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O Rei dos reis

O Rei dos reis

O Rei dos reis, que levou os reis do oriente a tão arriscada empreitada, mas, devido sua confiança, o olhar fixo na Estrela, tiveram como prêmio contemplar Deus, nascido como bebê.

“Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém, perguntando: ‘Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.’” (Mt 2,1-2)

Causou sensação em Jerusalém a chegada de três importantes personagens – Gaspar, Melchior e Baltazar – acompanhados de numeroso séquito e rica equipagem.  Os moradores da cidade perguntavam: “São reis?”

Sim, respondiam uns.

Não, mas parecem ser sacerdotes caldeus, opinavam outros.

Nada disso, são magos, homens sábios que conhecem os segredos da astronomia, sentenciavam alguns eruditos da época.

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Como eram os Reis Magos?

Nos presépios e nas pinturas, eles são apresentados em geral como homens de idade madura, e até mesmo já idosos, às vezes com uma barba branca descendo até o peito, andado enfileirados, trazendo nas mãos seus presentes.

Na Catena Áurea, São Tomás afirma: “Esses magos eram reis”. E acrescenta que devia ser grande sua comitiva, pois puseram em alvoroço Herodes e Jerusalém inteira. São João Crisóstomo é de opinião de que “esses Reis Magos que vieram do Oriente adorar o Menino Jesus, o Rei dos reis, são os filósofos dos caldeus, homens muito considerados em seu país. Seus reis e príncipes aconselham-se com eles, por causa da sua ciência. Assim é que foram os primeiros a tomar conhecimento do nascimento do Senhor”.

Era mesmo uma estrela?

Santos, doutores e teólogos interessaram-se por esta pergunta, pois tudo quanto diz respeito a nosso Salvador é, de si, muito interessante.

A ser uma estrela, era diferente de todas as outras, pois, ao contrário dos demais astros – os quais, seguem uma órbita fixada – esta percorria um roteiro. Além do mais, parava e punha-se de novo em movimento, fazendo-se visível não só à noite, mas também durante o dia.

Isso, comenta São João Crisóstomo, é próprio de um ser inteligente, não de uma estrela comum. De onde deduz ele que “não era simplesmente uma estrela, mas uma virtude invisível tomou a forma de uma estrela”.

Segundo São Remígio, alguns creem que essa estrela era o Espírito Santo, outros que era um Anjo, talvez o mesmo que apareceu aos pastores perto da Gruta de Belém.

Santo Agostinho opina de modo mais afirmativo: “Era um astro novo, criado para anunciar o parto da Virgem e para oferecer seu ministério, marchando diante dos Magos que procuravam a Cristo e conduzi-los ao lugar onde estava o Verbo, Menino-Deus”.

A Adoração

Soror Maria de Agreda, em suas visões nos conta: Eles (os Reis Magos) se prosternaram diante do Menino Jesus e O adoraram como o Salvador do mundo. Eles foram de novo iluminados pela graça e viram até mesmo os Anjos que estavam ordenados, com profundo respeito, em torno do Rei dos reis. Após ter rendido culto ao Divino Infante, eles felicitaram a Mãe e Lhe testemunharam sua veneração, dobrando os joelhos diante d’Ela e pedindo para beijar suas mãos. Após terem se prosternado de novo em uma fervorosa adoração ante o menino Jesus, os Magos felicitaram São José por ser o esposo da Virgem Mãe de Deus, e como sua visita já tinha transcorrido três horas, eles pediram à celeste Rainha a permissão de ir procurar um alojamento na cidade.

Ouro, Incenso e Mirra

Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra. Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho. (Mt 2,11-12)

São Gregório Magno nos dá uma interpretação dos presentes que os Reis Magos ofertaram ao Menino Jesus:

Eles oferecem ouro, incenso e mirra. O ouro convinha bem ao Rei; o incenso costuma ser apresentado em sacrifício a Deus; e usa-se a mirra para embalsamar os corpos dos falecidos. Assim, os Magos proclamam, por seus simbólicos presentes, quem é Aquele que eles adoram. Eis o ouro: é um rei; o incenso: é um Deus; eis a mirra: é um mortal.

Há hereges que creem na divindade de Cristo, não, porém, na sua realeza universal; oferecem-Lhe incenso, mas não querem oferecer-Lhe ouro. Outros reconhecem sua realeza, mas negam sua divindade; estes Lhe oferecem ouro, mas se recusam a Lhe oferecer incenso. Outros, por fim, O proclamam Deus e Rei, mas negam que Ele tenha assumido uma carne mortal; estes Lhe oferecem ouro e incenso, mas não querem presenteá-lo com a mirra, símbolo da condição mortal por Ele assumida.

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De nossa parte, ofereçamos ouro ao Senhor, confessando que Ele reina em toda parte. Ofereçamos-Lhe incenso, proclamando que, tendo nascido no tempo, é Deus desde antes de todos os tempos. Ofereçamos-Lhe mirra, reconhecendo que Aquele que cremos ser impassível em sua divindade, tornou-Se mortal ao assumir nossa carne.

São Tomás comenta: “Quando se diz que ofereceram ao Menino-Deus três dons – ouro, incenso e mirra – não significa que eram apenas três, mas que neles estavam representadas todas as nações descendentes dos três filhos de Noé, que haviam de ser chamadas à Fé”.

E o Papa São Leão Magno dá esta outra interpretação do significado dos presentes dos reis: “Os Magos realizam, pois, o seu desejo, e guiados pela mesma estrela, chegam até o menino, o Senhor Jesus Cristo, o Rei dos reis. Adoram o Verbo na carne, a Sabedoria na infância, a Força na fraqueza, e o Senhor de majestade na realidade de um homem. E para apresentarem uma homenagem de sua fé e de sua compreensão, testemunham, por meio de dons, aquilo que crêem em seus corações. Oferecem incenso ao Deus, mirra ao homem e ouro ao rei, venerando conscientemente na unidade a natureza divina e a natureza humana.”

Oração do dia de Reis

Pai Santo, que neste dia revelastes ao mundo o Vosso Filho Unigénito, Jesus Cristo Nosso Senhor, fazei que Ele seja presença constante do Vosso amor no coração dos homens, para que, acreditando que somos filhos de Deus, amemo-nos uns aos outros e, como irmãos, caminhemos para a paz e a salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amém.


Ajude-nos a continuar nosso trabalho de evangelização e catequese infantil em todas as paróquias do Brasil!

Ajude-nos a ajudar.

Santos Inocentes

Os Santos Inocentes

“Depois de os Magos partirem, o anjo do Senhor apareceu, em sonhos, a José e disse-lhe: ‘levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e fica lá até que eu te avise, pois Herodes procurará o menino para o matar.’ E ele levantou-se, de noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito, permanecendo ali até à morte de Herodes.

Assim se cumpriu o que o Senhor anunciou pelo profeta: Do Egito chamei o meu filho. Então Herodes, ao ver que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o seu território, da idade de dois anos para baixo, conforme o tempo que, diligentemente, tinha inquirido dos magos.

Cumpriu-se, então, o que o profeta Jeremias dissera: Ouviu-se uma voz em Ramá, uma lamentação e um grande pranto: É Raquel que chora os seus filhos e não quer ser consolada, porque já não existem.” (Mt  2, 13-18)

— ℘ —

Há poucos dias atrás, ouvimos em Belém o cântico dos anjos: “Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”. E vimos a alegria dos pastores, adorando a Jesus Menino na manjedoura.

Nos causa uma certa estranheza celebrarmos logo após as alegrias do Natal, o martírio de crianças inocente. Da alegria, eis a tristeza. Do riso, que pranto! É o ruído das armas, das espadas que afoitamente se desembainham e se tingem de sangue, do sangue de inocentes crianças. É o grito inconsolável das mães que atroa os ares, ao verem os filhos mortos.

Entretanto, a festa do Santos Inocentes nos ajuda na compreensão mais profunda do Santo Natal de Cristo. Aquele Menino que dorme na manjedoura não é um menino qualquer, nós sabemos. Ele é a Luz do mundo, a qual as trevas não aceitaram e lutaram contra ela. A festa dos Inocentes nos apresenta exatamente essa luta do Deus Menino que começou desde cedo.

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Herodes

Herodes, o Grande, descendente de Esaú, idumeu, ficou famoso pela crueldade. Aterrorizou a Palestina por trinta e seis anos, e desposou dez mulheres. Ele assustou-se quando viu três reis do oriente chegarem à Jerusalém perguntando sobre “o Rei dos Judeus que acabava de nascer”.

Que era aquilo que diziam dos magos que vinham do Oriente: Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? E que significava viemos adorá-lo? Nascera mesmo um rei? E a estrela que lhes aparecera? Que era aquilo?

Herodes procura os escribas para saber exatamente onde deveria nascer este tal rei e eles lhe dizem “em Belém”. O rei cruel então arma um plano para matar aquele rei que que havia nascido, uma ameaça para seu poder. Herodes chama os magos e diz: “Ide e informai-vos bem acerca do menino, e, quando o encontrardes, comunicai-me a fim de que também eu o vá adorar.” Na verdade, Herodes desejava matar o menino.

A Fuga para o Egito

No segundo capítulo do Evangelho de São Mateus encontramos a narração das circunstâncias da fuga da Sagrada Família, saindo de Belém para o Egito.

Nesta ocasião, São José, fugiu levando consigo Maria e seu Filho. Ele foi inspirado em sonhos por um Anjo e marchou para o Egito, onde, segundo a tradição, refugiaram-se durante seis meses no monte Qusqam, sendo acolhidos pelos habitantes da região.

A matança dos santos inocentes

Com o passar do tempo, o rei Herodes deu-se conta que os reis magos não retornavam. E Herodes desconfiava, fora enganado? O tempo passava. Sim, fora enganado. Havia sido iludido.

Na narração da fuga da Sagrada Família para o Egito, três versículos (Mt 2,16-18) descrevem a ferocidade do rei Herodes, que, para matar Jesus, decidiu exterminar todos os meninos de dois anos para baixo que viviam em Belém.

Este acontecimento pode ser interpretado como sendo um preludio das grandes perseguições dos mártires durante os primeiros séculos. Com a matança de inocentes, Herodes quis sufocar toda possibilidade de perigo que o levasse a perder seu domínio absoluto. E, para ele o Messias representava uma grande ameaça.

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São Mateus interpreta a historia da matança dos inocentes sob o ponto de vista do plano salvífico de Deus e a intende em um sentido profético como sendo o cumprimento das Escrituras. É por isso o evangelista faz referencia ao profeta Jeremias, que se narra o lamento da matriarca Raquel pelo povo de Israel, levado ao exílio na Babilônia: «um grito se ouve em Ramá, pranto e lamentos grandes; é Raquel que chora por seus filhos e recusa o consolo, porque já não vivem» (Mt 2,18; cf. Jr 31,15). Para Mateus, os meninos assassinados em Belém representam o povo de Israel e a dor vivida pelas mães é a dor do povo que não reconheceu o Rei-Messias. (JS)

Corroído pelos vermes, morreu em 750 da fundação de Roma, logo depois do nascimento de Jesus, que se deu em 749 da mesma era.

O pranto de mães

Estais a chorar, ó mães infortunadas, porque vossos filhos já não mais existem?

Não choreis, ó mãe felizes, porque vossos filhos existem! Estão, não no mundo enganador e perverso como o rei Herodes, mas num mundo melhor e que jamais se acaba. Morreram, sim, mas para o século. Morreram, mas, olhai, vede que sublime: deram a vida por aquele que é a Vida. São as primícias dos mártires do Senhor Jesus Cristo.

O Coração de Jesus ama tanto as crianças que disse: “Deixai vir a mim as criancinhas”. Nosso Senhor, menino recém-nascido, quis chamar para si, desde cedo as crianças, por esta razão, distribuiu as primeiras palmas do martírio para elas. 

Fontes: Vida dos Santos, Padre Rohrbacher, Volume XXI, p. 122 à 124


Espero que este artigo sobre os Santos Inocentes tenha lhe feito muito bem espiritualmente! Nos faz pensar também nos santos inocentes de nossos dias…

Ajude-nos para que consigamos continuar nosso trabalho de catequização das crianças nas Paróquias de todo o Brasil, bem como ajudas materiais também.

Advento

Advento

A Santa Igreja, em sua sabedoria multissecular, instituiu o Advento como período de preparação para do Natal do Senhor, com a finalidade de compenetrar todas as almas cristãs da importância desse acontecimento e proporcionar-lhes os meios de se purificarem para celebrar essa solenidade dignamente.

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Significado do termo

Advento – adventus, em latim – significa vinda, chegada. É uma palavra de origem pagã que designava a vinda anual da divindade pagã, ao templo, para visitar seus adoradores. Acreditava-se que o deus cuja estátua era ali cultuada permanecia em meio a eles durante a solenidade.

Nas obras cristãs dos primeiros tempos da Igreja, especialmente na Vulgata, adventus se transformou no termo clássico para designar a vinda de Cristo à terra, ou seja, a Encarnação, inaugurando a era messiânica e, depois, sua vinda gloriosa no fim dos tempos.

Com esse tempo de preparação, a Igreja quer ensinar-nos que a vida neste vale de lágrimas é um imenso advento e, se vivermos bem, isto é, de acordo com a Lei de Deus, Jesus Cristo será nossa recompensa e nos reservará no Céu um belo lugar, como está escrito: “Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Cor 2, 9).

A Coroa do Advento

Ela é tão simples tanto quanto bonita: um círculo feito de ramos verdes, geralmente de ciprestes ou cedros. Nele coloca-se uma fita vermelha longa que, ao mesmo tempo enfeita e mantém presos à haste circular os ramos. Quatro velas de cores variadas completam essa bela guirlanda que, nos países cristãos, orna e marca há séculos a época do advento. A esta guirlanda dá-se o nome de Coroa do Advento.

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Um antigo costume piedoso

Nos domingos de Advento, existe o piedoso costume de as famílias e as comunidades católicas se reunirem em torno de uma coroa para rezar. A “liturgia da coroa”, como é conhecida esta oração, realiza-se de um modo muito simples.

Todos os participantes da oração colocam-se então, em torno daquela guirlanda enfeitada e a cerimônia tem início, Em cada uma das quatro semanas do advento acende-se uma nova vela, até que todas sejam acesas.

O acender das velas é sempre acompanhado com um canto. Logo em seguida, lê-se uma passagem das Sagradas Escrituras que seja própria para o tempo do Advento e é feita uma pequena meditação. Depois disso é que são realizadas algumas orações e são feitos alguns louvores para encerrar a cerimônia. Geralmente a guirlanda da coroa, bem como as velas são bentas por um sacerdote.

Origem

A Coroa de Advento tem sua origem na Europa. No inverno, seus ainda bárbaros habitantes acendiam algumas velas que representavam a luz do Sol. Assim, eles afirmavam a esperança que tinham de que a luz e o calor do astro-rei voltaria a brilhar sobre eles e aquecê-los. Com o desejo de evangelizar aquelas almas, os primeiros missionários católicos que lá chegaram quiseram, a partir dos costumes da terra, ensinar-lhes a Fé e conduzi-los para Jesus Cristo.

Foi assim que, criaram a “coroa do advento”, carregada de símbolos, ensinamentos e lições de vida.

Simbolismo

A forma circular – O círculo não tem princípio, nem fim. É interpretado como sinal do amor de Deus que é eterno, não tendo princípio e nem fim. O círculo simboliza, ademais, o amor do homem a Deus e ao próximo que nunca deve se acabar, chegar ao fim. O círculo ainda traz a ideia de um “elo” que liga Deus e as pessoas, como uma grande “Aliança”.

Ramos verdes – Verde é a cor que representa a esperança, a vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida terrena. Os ramos verdes lembram as bênçãos que sobre os homens derramou Nosso Senhor Jesus Cristo, em sua primeira vinda entre nós e que, agora, com uma esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na segunda e definitiva volta dEle.

Quatro velas – O advento tem quatro semanas, cada vela colocada na coroa simboliza uma dessas quatro semanas. No início a Coroa está sem luz, sem brilho, sem vida: ela lembra a experiência de escuridão do pecado.

À medida em que nos aproximamos do Natal, a cada semana do Advento, uma nova vela vai sendo acesa, representando a aproximação da chegada até nós Daquele que é a Luz do mundo, Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele dissipa toda escuridão e traz aos nossos corações a reconciliação tão esperada entre nós e Deus e, por amor a Ele, a “paz na Terra entre os homens de boa vontade”.

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Oração para o Advento

Senhor, meu Deus, teu Filho há de vir nas próximas semanas! Que meu coração seja como terra boa para recebê-lo. Que cada momento destes próximos dias sirva para que eu possa refletir sobre minha vida e o meu ser.

Onde tantos acham que precisam só de coisas materiais que eu possa levar o alimento espiritual. Onde tantos buscam só o ter, que eu possa mostrar o quanto vale o ser. Mostrar que Natal não é simplesmente o nascimento de Jesus, mas a vinda do Salvador acima do comércio desenfreado.

Senhor, meu Deus, agradeço por poder reviver plenamente este evento todos os anos e com ele sentir tua presença cada vez mais perto de mim.

Peço à Virgem Maria, Mãe tão agraciada nesta data, que abençoe as pessoas mais desfavorecidas e que elas consigam encontrar em Deus forças para trilharem seus caminhos. Jesus, estamos te aguardando, procurando ser cada vez melhores, cada vez mais humanos e santos em nossos dias.

Tua chegada nos fortalecerá e será para nós motivo de glória!

Que Deus nos abençoe e nos acompanhe! Amém!

Fonte: http://www.acidigital.com

https://pt.aleteia.org/

O dia de Finados

Comemoração do dia de Finados

É uma antiquíssima tradição da Igreja Católica rezar por todos os fiéis falecidos, no dia 2 de novembro, o dia de Finados. A todos os que morreram “no sinal da fé” a Igreja reserva um lugar importante na Liturgia: há uma lembrança diária na Missa, com o Memento (lembrança) dos mortos, e no Ofício divino.

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Chorar os mortos

A Religião de Nosso Senhor Jesus Cristo não proíbe que choremos os nossos mortos. Podemos oferecer nossas lágrimas e nossas saudades. Como podemos ficar indiferentes diante da morte de um ente querido?

Nos custa ver nosso pai, mãe, filhos, irmãos, amigos arrebatados pela morte. O catolicismo, que nos ensina a sermos fortes nos momentos de dor e nos convida à meditação da Paixão de Nosso Senhor, não nos proíbe derramarmos aquelas lágrimas de saudade.

Por que a Igreja não nos proíbe de chorar pelos mortos? Porque seu fundador chorou o amigo Lázaro! A Virgem Maria chorou aos pés da Cruz! Maria Madalena e as Santas Mulheres choraram durante a Paixão! Ela apenas nos pede que não choremos de desespero, mas com esperança na vida eterna.

Choremos a separação dolorosa, mas com a esperança de que um dia, numa pátria melhor, tornaremos a ver todos aqueles que amamos aqui na terra. Essa esperança nos consola.

Quando o católico chorar diante do corpo imóvel de um ente querido, ele não deve dizer: “Nunca mais te verei!” ou “Adeus para sempre!”. Não! Mesmo com chorando, o católico deve dizer: “Até o céu! Lá nos veremos e seremos felizes para sempre!”

O Céu!

Como nos faz bem pensarmos no céu! Nos ajuda nos momentos de sofrimento e nos enche de esperança. Santa Teresinha escreveu uma vez à sua irmã: “Tenho sede do Céu, dessa mansão bem-aventurada onde se amará Jesus sem restrições! Mas é preciso sofrer e chorar para chegar até lá. Pois bem, eu quero sofrer tudo o que agradar ao meu Bem Amado!”

Logo estaremos na eternidade e veremos plenamente realizado no desejo, nosso sonho de felicidade eterna. Não podemos nos impacientar pois, “a figura deste mundo passa” (Is 64,4) e passa depressa quando comparamos com a eternidade.

Passando, chegaremos na Pátria, no Céu, onde não há lágrimas, nem morte, nem dor, nem luto, nem gemidos. 

Santa Maria Egipcíaca, converteu-se após uma vida de pecado e foi viver isolada no deserto, e ali viveu sozinha por mais de cinquenta anos. Quando já estava para entregar sua alma a Deus, São Sozimo encontrou-se com ela e perguntou como pudera suportar aquela vida de penitência, oração e solidão por tanto tempo. A santa respondeu: “Meu padre, com a esperança do céu!”

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Saudade de nossos mortos

A Saudade de nossos mortos muitas vezes é amarga pois sentimos um vazio profundo quando a morte nos leva alguém querido. Abre-se uma ferida que parece nunca mais cicatrizar. Só o tempo consegue suavizar um pouco a dor.

Nossa Senhora da Soledade é a devoção que medita a vida da Virgem Maria naquelas horas amargas quando chorava a ausência de seu amado Filho morto e sepultado. Ela também chorou e experimentou a saudade de um filho e a tristeza da viuvez, Ela quis ser o nosso consolo.

Quando alguém que amamos viaja por alguns dias, não choramos, pois temos certeza de que o veremos novamente em breve. Mas, o que é a vida que passa tão depressa, comparada com a Eternidade? Um dia, uma hora, um minuto, um segundo… O tempo passa veloz sobre nós e não demorará, chegará a hora em que veremos àqueles que viajaram antes de nós para a pátria celeste.

O Consolador

Para nossa consolação, Nosso Senhora Jesus Cristo quis experimentar as amarguras da perda de um amigo. Lázaro era apenas um amigo, que logo seria ressuscitado pelo Divino Mestre. Mesmo assim, Jesus quis sofrer, e assim santificar as dores e as lágrimas da separação. São santificadoras as lágrimas quando são vivificadas pelo amor de Deus. Por isso, é importante rezarmos assim: “Senhor, verdadeiramente, somente Vós sois o Consolador! Junto de Vós, de vossa mão paternal, que fere e que cura, o pobre coração humano encontra a paz e a felicidade, não deste mundo, mas do céu!”

Só não é infeliz quem tem a graça e a fé. Olhemos para o céu, coragem! Choremos como Jesus na sepultura de Lázaro, mas esperemos confiantes, o dia da ressurreição e da vida eterna. Não choremos como o que não creem na eternidade, mas como Maria Santíssima chorava, aguardando a volta de seu Filho.

Oração às Santas Almas do Purgatório

 

Dignai-Vos, adorável Salvador meu, por vosso precioso Sangue, por vossa dolorosa Paixão e cruelíssima morte; pelos tormentos que vossa augusta Mãe sofreu ao pé da cruz quando vos viu exalar o último suspiro.

Dignai-Vos dirigir um olhar de piedade ao seio profundo do Purgatório e tirar dali as almas que gemem privadas temporariamente de vossa vista, e que suspiram pelo instante de reunir-se convosco no paraíso celestial.

Principalmente vos peço pela alma de N…, e daqueles por quem mais particularmente devo pedir.

Não desprezes, Senhor meus rogos, que uno aos rogos que por todos os fiéis defuntos vos dirige nossa santa mãe a Igreja Católica, a fim de que vossa misericórdia as leve onde com o Pai e o Espírito Santo vives e reinas por todos os séculos dos séculos. Amém.

Rezemos por elas no dia de Finados! Mas não somente no dia de finados, mas sim, também rezemos por elas todos os dias!

 

Fonte: BRANDÃO, Mons. Ascanio, Breviário da Confiança, Ed Ave Maria, São Paulo – SP, 1936


No dia de Finados, lembre-se de todos que já se foram, de sua família e amigos. Eles precisam de nossa oração.

A Associação Nossa Senhora das Graças trabalha pela evangelização das crianças.

Ajude-nos em nosso trabalho.

Santa Faustina

Santa Faustina

Apóstola da Divina Misericórdia

Antes de ser conhecida como Santa Faustina, Helena Kowalska nasceu em 25 de Agosto de 1905 em Glogowiec, pequena aldeia na Polônia.

Terceira de dez filhos, nasceu em uma pobre família de camponeses, mas em um ambiente muito piedoso, intensamente marcado pelo catolicismo. Desde jovem sentiu o desejo de se entregar plenamente a Deus.

Aos 18 anos pediu autorização aos pais para entrar em um convento e, mesmo diante de um ardente desejo, os pais recusaram-lhe este pedido.

Helena então decidiu abafar a voz da vocação que a perseguia sem cessar distraindo-se com o que ela chamava de “vaidades da vida”.

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O grande encontro em um baile

Certa vez, estava Helena com suas irmãs em um baile. Dançava e tentava se divertir como as outras moças mas, sentia sua alma pesada e infeliz.

Enquanto dançava, viu ao seu lado Nosso Senhor Jesus Cristo, coberto de chagas, e Ele lhe disse: “Até quando hei de ter paciência contigo e até quando tu Me desiludirás?”.

Aquela visão comoveu muito Helena. Sem chamar atenção de ninguém, saiu do baile e entrou numa Igreja próxima e caiu deitada no chão diante do Santíssimo Sacramento.

“Que rumo hei de tomar em minha vida?”, pedia Helena com ardor. “Vá imediatamente a Varsóvia, e lá entrarás no convento”, ouviu esta resposta.

Vida religiosa de Santa Faustina

Deus prova quem Ele ama.

Em Varsóvia, Helena foi recusada em diversos mosteiros. Mas jamais desistiu.

Em 1º de Agosto de 1925 foi aceita na Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia, ordem que se dedicava à reabilitação de mulheres de má vida e também à educação de jovens em situação de risco.

Este noviciado foi a ocasião perfeita para ela por em prática seus desejos de perfeição e união com Deus.

A Divina Misericórdia

Em 1º de Maio de 1933, Irmã Faustina fez os votos perpétuos.

Sua missão de ser porta-voz da Divina Misericórdia já se tornara explícita para ela. A fervorosa irmã se entregou com todo empenho e alma a essa importante missão.

Todas as mensagens e revelações que ela recebia foram anotadas em um diário, a pedido do próprio Nosso Senhor: “Tua tarefa é escrever tudo que te dou a conhecer sobre a Minha misericórdia para o proveito das almas que, lendo esses escritos, experimentarão consolo e terão coragem de se aproximar de Mim”.

Neste diário estão anotadas várias recordações das visões e conversas com Nosso Senhor, Nossa Senhora, Anjos, Santos e até almas do purgatório. Mas, muitas das revelações tratavam de modo especial sobre a devoção à Misericórdia Divina: “A humanidade não encontrará paz enquanto não se voltar com confiança para a Misericórdia Divina”.

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A grande missão

Para que o mundo pudesse se beneficiar de tanta bondade, era então necessário promover e divulgar essa devoção, a pedido do próprio Nosso Senhor.

Mas, essa grande missão acarretou à Santa Faustina inumeráveis sofrimentos pois, nem sempre fora compreendida pelos que a cercavam. Mas Nosso Senhor, em 1933, lhe concedeu um confessor sábio e prudente, que lhe ajudou e aconselhou durante anos, nas dúvidas e dificuldades.

Irmã Faustina foi acometida pela tuberculose, o que acarretou diversas visitas a diversos hospitais. E, por fim, no dia 5 de Outubro de 1938, aos 33 anos, Santa Faustina heroicamente entrega sua alma a Deus.


Ajude-nos com nossa missão de auxiliar na catequese das crianças e jovens do Brasil!

QUERO AJUDAR

Anjo da Guarda

O Anjo da Guarda

Temos um melhor amigo: o nosso Anjo da Guarda. “– Mas todos temos um Anjo da Guarda? Até eu?”. Sim. Todos temos um Anjo da Guarda.

A existência dos Anjos está atestada em toda a Sagrada Escritura, em diversas aparições, desde o Gênesis até o Apocalipse.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que cada fiel tem ao seu lado um anjo como protetor e pastor para o guiar na vida. Desde o seu começo até a morte, a vida humana é acompanhada pela sua assistência (CIC 336).

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Mas como de fato ele atua?

Os anjos influenciam nossa vida muito mais do que se pensa, e são nossos intercessores junto a Deus.

Seu ofício não é simplesmente uma proteção física – como se o Anjo existisse simplesmente para ajudar criancinhas a atravessarem ruas ou pontes perigosas – para o guardado. Muito mais do que isso, é uma missão principalmente espiritual. A salvação eterna daquela alma.

Os Anjos da guarda querem e lutam pelas almas, pela salvação delas. Com inspirações, iluminações, conselhos e, também, realizando milagres e lutando contra o próprio demônio.

São João Bosco dizia que o Anjo da Guarda desejava ajudar o homem mais do que o homem desejava ser ajudado por ele.

Como o Anjo nos influencia?

Os Anjos sim nos influenciam, e muito. E muitas vezes nem nos damos conta disso.

Eles são profundamente discretos e muito educados. A humildade também é uma virtude angélica. Quantas vezes uma boa idéia não tem origem do nosso Anjo?

Um pressentimento qualquer que não devemos tomar tal caminho, ir em algum lugar (uma festa por exemplo) ou fazer algo. E de fato, depois descobre-se que algo de ruim se passou em tal lugar ou se tomássemos qualquer outra medida. Certamente algum Anjo solícito zelou pelo bem de seu guardado.

Mas sobretudo, os Anjos exercem um papel importante no que diz respeito a nossa fé.

São Tomás de Aquino, Doutor Angélico, comenta que as revelações de coisas divinas chegam aos homens mediante os Anjos. Essas revelações são iluminações.

O Anjo ilumina o homem para incliná-lo ao bem. E o Anjo continua sempre na presença de Deus, mesmo estando ao lado do seu guardado, intercedendo continuamente por ele.

O Anjo da Guarda está sempre a meu lado.

Muito provavelmente, aprendemos em casa, ou na catequese, a clássica oração: “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador. Já que a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarda, governa, ilumina. Amém”.

É realmente admirável o fato de cada um de nós ter um Anjo, sempre guardando, protegendo, iluminando. Um ser incumbido por Deus para cuidar especificamente de mim!

Um único Anjo tem o poder de destruir um grande exército (2Rs 19,35; 2Cr 32,21; Is 37,36) e ele está ali única e simplesmente para auxiliar em minha salvação eterna.

São Jerônimo exclama a grandiosidade da alma humana, tanto que desde o nascimento até a morte temos um Anjo destinado a nossa custódia.

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Outros Anjos…

Além dos Anjos da Guarda, outros espíritos angélicos vagueiam pela terra com grande interesse em nós… para nossa perdição!

Os demônios, anjos malditos que não foram fiéis em sua prova e que, outrora, faziam parte da corte celestial. Revoltados contra Deus, querem obsessivamente destruir os homens, por serem “imagem e semelhança” de Deus.

Se eles tanto nos perseguem, e de fato os demônios existem e é uma verdade de fé (CIC 391), porque não recorremos ao Anjo da Guarda pedindo sua proteção? Ele está ali para isso!

Vamos crescer no relacionamento com nosso Anjo. Certamente significará ser mais defendido das ações malignas e também mais auxiliado na luta contra as tentações.

Confiando-nos inteiramente na proteção de nosso Anjo, não precisaremos temer qualquer assalto do demônio, afinal, estes infames nada podem contra o poder do Anjo!


Espero que este artigo sobre seu Anjo da Guarda tenha acendido sua devoção a ele. Reze sempre a ele.

Ajude-nos também para que esse apostolado possa chegar a todo o Brasil. Faça sua doação para que nosso trabalho possa continuar.

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São Cosme e São Damião

Esta é a história de São Cosme e São Damião

São Cosme e São Damião eram cristãos e irmãos. Não há informações exatas sobre o fato de serem gêmeos ou não. Mas sabe-se que nasceram e viveram na região da Ásia Menor, na Cilícia, por entre os séculos III e IV.

Desde muito cedo manifestaram grande talento para o exercício da medicina. Pois então estudaram, formaram-se na Síria e passaram a vida exercendo a profissão de médico, aliás, com muita competência e dignidade.

São tidos como padroeiro dos médicos.

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A medicina como forma de apostolado

Os irmãos eram conhecidos como “os não cobradores”. Conseguiam deixar pasmos os mais céticos dos pagãos pois, eles não cobravam absolutamente nada por exercer sua função. Os gregos os chamavam de “anargiros”, que significava sem dinheiro. Eram muito desprendidos e caritativos com os mais pobres.

E no exercício de sua profissão, não rara as vezes, eles falavam a respeito de Jesus Cristo e de seu Evangelho.

Nesse ambiente então, conseguiam a conversão de muitos pagãos para o seio da verdadeira Igreja. Inspirados pelo Espírito Santo, usavam a fé aliada aos seus conhecimentos científicos e conseguiam muitas curas, muitas vezes de pessoas à beira da morte e por isso, eram vistos como verdadeiros milagres.

Contra a verdade, a perseguição dos maus.

As conversões que os dois irmãos médicos estavam fazendo na região começaram a incomodar a muitos.

Lisias, governador da Cilícia, desgostou-se muito da propaganda efusiva do Cristianismo que eles realizavam. Tentou inutilmente que deixassem de pregar e, como não conseguiu, mandou atirá-los ao mar. Eis que uma onda gigantesca os levou a salvos à margem!

Milagre!

Não satisfeito, este mesmo governador mandou que fossem queimados vivos, mas as chamas sequer tocaram seus corpos. Queimaram sim aos verdugos pagãos que queriam atormentá-los.

Diocleciano, imperador e grande perseguidor dos cristãos na época, mandou prendê-los e interrogá-los. Acusados de serem inimigos dos deuses e também de usarem feitiçarias e outros meios diabólicos para disfarçar suas curas. “Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo Seu poder”, sempre rebatiam as acusações com essa resposta.

Diante da insistência dos perseguidores da fé cristã, com relação à adoração aos deuses, respondiam: “Os teus deuses são vãos, e puras aparências, nem sequer se lhes pode dar nome de homens, mas de demônios”.

Finalmente, o mandatário mandou que fossem decapitados e assim puderam derramar seu sangue por proclamar o amor ao Divino Redentor. O martírio ocorreu em Ciro, cidade vizinha à Antioquia, na Síria.

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Médicos durante e depois da vida

O imperador Justiniano, por volta do ano 530 ficou gravemente enfermo. Encomendando-se a estes dos grandes mártires, ficou inexplicavelmente curado. Ordenou então que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa Igreja em honra a seus protetores.

O Papa Félix IV, entre 526 e 530, também pediu que se construísse em Roma uma Basílica dedicada a São Cosme e São Damião. A dedicação desta Basílica se deu em 26 de Setembro. Assim então esta data passou a ser comemorada a festa dos Santos médicos.

E os doces?

A festa litúrgica de São Cosme e São Damião, como dito antes, se dá no dia 26 de Setembro. Na umbanda, essa festa é no dia subsequente, 27 de Setembro.

Os africanos escravizados, na vinda ao Brasil, utilizavam imagens de Santos Católicos para cultuar, de forma disfarçada, seus orixás. Dentre esses, valiam-se das imagens de São Cosme e São Damião para cultuar dois orixás também irmãos gêmeos e crianças. Ao passo que nesta data é comum a distribuição de doces.

E nós, Católicos, seguidores da Igreja de Cristo, podemos comer esses doces?

O próprio São Paulo pode responder essa pergunta, conforme consta nas Sagradas Escrituras, em sua primeira carta aos Coríntios:

Biblia Católica Online – I Cor 8

1Quanto às carnes oferecidas aos ídolos, somos esclarecidos, possuímos todos a ciência… Porém, a ciência incha, a caridade cons­trói.

2.Se alguém pensa que sabe alguma coisa, ainda não co­nhece nada como convém conhe­cer.

3.Mas, se alguém ama a Deus, esse é conhecido por ele.

4.Assim, pois, quanto ao comer das carnes imoladas aos ídolos, sabemos que não existem realmente ídolos no mundo e que não há outro Deus, senão um só.

5.Pretende-se, é verdade, que existam outros deu­ses, quer no céu quer na terra (e há um bom número desses deuses e senhores).

6.Mas, para nós, há um só Deus, o Pai, do qual procedem todas as coisas e para o qual existimos, e um só Senhor, Jesus Cristo, por quem todas as coisas existem e nós também.

7.Todavia, nem todos têm esse conhecimento. Alguns, habituados ao modo antigo de considerar o ídolo, comem a carne como sacrificada ao ídolo; e sua consciência, por ser débil, se mancha.

8.Não é, entretanto, a comida que nos torna agradáveis a Deus: comendo, não ganhamos nada; e não comendo, nada perdemos.

9.Atenção, porém: que essa vossa liberdade não venha a ser ocasião de queda aos fracos.

10.Se alguém te vir, a ti que és instruído, sentado à mesa no templo dos ídolos, não se sentirá, por fraqueza de consciên­cia, também autorizado a comer do sacrifício aos ídolos?

11.E assim por tua ciência vai se perder quem é fraco, um irmão, pelo qual Cristo morreu!

12.Assim, pecando vós contra os irmãos e fe­rindo sua débil consciência, pecais contra Cristo.

13.Pelo que, se a comida serve de ocasião de queda a meu irmão, jamais comerei carne, a fim de que eu não me torne ocasião de queda para o meu irmão.”

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De fato, o pecado se caracteriza como pecado quando, entre outras coisa, há a ciência da prática do errado.

São Cosme e São Damião derramaram seu sangue por Nosso Senhor Jesus Cristo. Desse modo, ter devoção a eles não é distribuir doces mas, ser testemunho vivo do Evangelho.

 

Confissão

A Confissão – Deus exige que nos acusemos

 

Se o pecado consiste essencialmente na desobediência à lei de Deus, nada mais justo que, para a remissão do pecado haja arrependimento, propósito de emenda e a humilhação de uma sincera confissão. 

Isso podemos confirmar quando Deus mesmo exige, nas Sagradas Escrituras, a acusação formal de um pecador. Basta lembrar do primeiro homem após cometer o primeiro pecado, “Adão, onde estás?”  (Gn 3,9), ou então de seu filho Caim após matar seu irmão, “Onde está teu irmão, Abel?” (Gn 4,9)

O mesmo aconteceu quando Jesus disse para a mulher samaritana no poço de Jacó: “vai, chama teu marido e vem cá.” (Jo 4,16). Mesmo sendo onisciente, Deus exigiu a declaração da falta para que assim pudesse perdoar e corrigir. Assim como o crime exige a declaração, a culpa exige acusação, manifestação. 

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Obra divina

 

No século XVI, muitos cristãos foram levados pelas doutrinas de Martinho Lutero ao protestantismo. Entre outras coisas, dizia ele que a confissão sacramental estava abolida.  Ora, o sacramento da penitência sempre foi uma barreira e um freio contra a criminalidade e às paixões desordenadas. Não quer dizer que não existiam, mas, é certo que determinados limites não eram ultrapassados por existir a confissão.

O fato é que o magistrado da cidade de Nuremberg ficou aterrorizado com o aumento dos crimes e da impiedade em toda cidade. Ele então pediu ao imperador Carlos V que escrevesse um decreto exigindo que todo o povo confessasse sacramentalmente. Ele esperava assim, pôr fim à crise.

O imperador então lhe disse: “Meu caro, se os homens se recusam a aceitar a confissão da mão de Deus, muito menos a aceitariam das minhas, se eu me atrevesse a querer impor através de um decreto imperial”.

De fato é assim, A Confissão não é um decreto humano. Seus efeitos maravilhosos ultrapassam a capacidade humana, pois são de origem divina. Basta lembrar o que diz São Pedro: “Foi Ele mesmo que levou nossos pecados em seu copo sobre o madeiro, afim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça” (1Pd 2, 24)

 

Fonte de paz

 

Certa vez, Orígenes de Alexandria comparou o pecado mortal a uma comida indigesta. Após ser ingerida, o mal-estar do indivíduo torna-se geral. Dor de cabeça, mal humor, tonturas, calafrios, incômodo, falta de apetite.

Do mesmo modo, o pecado é tão tóxico que retira da alma a tranquilidade, o sossego, a paz, “para os ímpios não há paz” (Is 48,22). O pecador não tem paz, isso nos prova Adão que disse: “Ouvi tua voz no jardim, temi e me escondi” (Gn 3,10)

Para tirar o veneno da alma e para restituir ao pecador sua paz, Nosso Senhor instituiu a Confissão. Ali, no confessionário, está o ministro de Deus, a quem todos têm livre acesso. Não há protocolo, nem bilhete de ingresso.

É lá, no confessionário, que a alma despedaçada, cheia de remorsos entra como pecador e sai com o coração em festa e paz! A mais de dois mil anos, a história da Igreja tem confirmado, o sacramento da Confissão está destinado a ser na mente de seu fundador, Jesus Cristo, a fonte de paz e serenidade que nunca se esgota.

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“Eu me confesso só com Deus”

 

É possível que você, leitor, já tenha ouvido esta frase: “Eu me confesso só com Deus”. Jesus disse: “A quem perdoardes os pecados, os pecados lhes serão perdoados. A quem retiverdes os pecados, lhes serão retidos” (Jo 20, 22). O que significa isso?

Quer dizer: Eu concedo aos meus apóstolos, aos meus ministros, o poder de perdoar os pecados em Meu Nome. A todos a quem perdoarem, Eu, de minha parte também perdoo. E aqueles que meus ministros, iluminados pelo Espírito Santo, acreditarem que não devem perdoar, por serem indignos da remissão, estes Eu também não perdoo.

Na sua infinita sabedoria, Deus achou conveniente perdoar – por via normal – através de outros homens que tivessem sua autoridade e seu mandato, este é seu decreto divino.

Isso porque o homem, sinceramente arrependido, sente a necessidade de uma palavra que o assegure do perdão realmente conseguido. Porque, enfim, é um remédio direto contra o pecado, que é uma desobediência formal à lei suprema de Deus.

Os apóstolos eram homens, sujeitos à lei universal da morte. Por esta razão, Jesus Cristo instituiu os meios de salvação não somente para os tempos e a época dos apóstolos, mas sim, através de seus legítimos sucessores, para o bem dos cristãos de todos os séculos, de todos os países, de todas aa nações e raças.

Isso nos diz São Paulo: “Deus nos reconciliou consigo por Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (2 Cor 5, 18).

 

A maior felicidade

 

O padre Causette em seus escritos nos diz: “Confessai! Se é penoso no momento de se acusar dos pecados, porque é a hora da verdade, é suave depois da hora da misericórdia: A misericórdia e a verdade se encontram! (SI 84, 11).

Não vacile nem hesite! A vantagem espiritual é toda de nossa alma! Aproxime-se com fé e confiança do tribunal das misericórdias divinas. Após sincera e contrita confissão, você poderá rezar como o salmista: “As misericórdias do Senhor Cantarei eternamente! ” (Sl 88, 2)

9º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

9º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

9º Dia da Novena

Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

 

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Súplica a Nossa Senhora

Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vos contemplarmos de braços abertos, derramando graças sobre os que Vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestadas pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosa culpas, acercamo-nos de vossos pés, para Vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades… (pede-se a graça)

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante Vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Santíssima Virgem! Eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.

Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça… que peço com toda confiança. Amém.


Ajude-nos a fazer o bem!

Nossa Associação desenvolve projetos sociais com a juventude, de norte a sul do país. Sua ajuda permitirá que este bem não pare de avançar! Assim, clique e faça uma doação.

8º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

8º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

 

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

8º Dia da Novena

Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos, que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade..

 

Clique aqui para receber em sua casa a Medalha Milagrosa.

 

Súplica a Nossa Senhora

Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vos contemplarmos de braços abertos, derramando graças sobre os que Vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestadas pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosa culpas, acercamo-nos de vossos pés, para Vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades… (pede-se a graça)

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante Vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Santíssima Virgem! Eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.

Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça… que peço com toda confiança. Amém.


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