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Tag: Associação Cultural Nossa Senhora das Graças

Home / Associação Cultural Nossa Senhora das Graças
21novembro
2022

Apresentação de Nossa Senhora

21/11/2022
Rodrigo
Artigos Católicos, Mariologia
0

Festa da Apresentação de Nossa Senhora

O dia 21 de novembro é marcado no calendário de toda a Igreja como o dia da festa da Apresentação de Nossa Senhora no Templo. Tal fato não é narrado nos Evangelhos, mas sim, nos escritos chamados de proto evangelho de Tiago.

Conta-nos, de acordo com a tradição, que os justos Joaquim e Ana, fizeram um voto ao Altíssimo, prometendo consagrar a Deus a criança que Deus lhes concedesse. Após anos de espera, nasceu sua filha, a quem chamaram de Maria.

 Quando a menina completou três anos, os pais a levaram ao Templo, acompanhada por virgens com lamparinas, e a colocaram então no primeiro degrau da escadaria do Templo. De acordo com a antiga tradição, Maria subiu os quinze degraus do Templo sozinha, sem olhar para trás. No alto da escadaria a esperava o sumo sacerdote que, cheio do Espírito Santo, levou-a não só até o altar, mas a introduziu no Santo dos Santos onde, de acordo com a Lei, onde ninguém poderia entrar além do sumo sacerdote em exercício que, por sua vez só podia entrar uma vez por ano ali.

Todo o povo ficou maravilhado e assustando com a cena e os próprios anjos de Deus ficaram extasiados. Assim nos fala uma antífona cantada sagrada Liturgia no Oriente:

Os Anjos, vendo a entrada da Puríssima Virgem,

admiraram-se com o fato dela entrar no Santo dos Santos.

Que nenhuma mão profana a toque, ela que é a Arca viva de Deus;

mas que os lábios dos fiéis cantem sem cessar à Mãe de Deus,

a saudação do Anjo, clamando com entusiasmo:

Ó Virgem Pura, sois realmente a mais alta de todas as criaturas!

A vida da Santíssima Virgem no Templo é muito digna de ser meditada, pois é a continuação do seu oferecimento ao Senhor e, portanto, também nessa vida podemos encontrar grandes ensinamentos para nós.

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Vida de Oração

O Templo é chamado com razão casa de oração. Em qualquer parte, podemos rezar a Deus, porém, o Templo é o lugar próprio da oração. Por isso Maria não se contenta com aquela comunicação que tinha com Deus em sua casa, mas queria ir ao Templo para levar ali uma vida de mais oração. 

Leitor, contempla essa jovenzinha toda pura, inocente, cândida, prostrada no Templo orando e falando com Deus. Quão íntima com Deus e Deus para com Ela. Que fervor de oração! Que exemplo para nós católicos.

Examina, leitor, com este exemplo, as qualidades da oração: humildade, atenção, confiança, perseverança. Naquela menina prostrada por terra vemos o modelo pronto e acabado de perfeita oração. Depois de fazer este exame, coloque esta menina ao seu lado e compare as orações dela com as suas.

O que se parece? Repare bem, quando vamos ao templo, isto é, à igreja, é com essas qualidades que devemos ornar nossas orações, é assim que devemos tratar com Deus.

Diz São Boaventura, que Maria fazia oração ao Senhor sete vezes ao dia e que nessas orações fazia sete súplicas:

1 – Amá-lo com todo o seu coração;

2 – Amar ao próximo em Deus e por Deus;

3 – Ter um ódio implacável a todo o pecado e a toda a imperfeição;

4 – Uma humildade profunda, e com ela todas as virtudes, especialmente a pureza imaculada;

5 – A graça de poder conhecer o Messias prometido;

6 – Ser muito obediente aos sacerdotes representantes de Deus, e deixar-se dirigir por eles para assim fazer sempre a sua divina vontade;

7 – Que o Senhor mandasse quanto antes o Redentor para a salvação do mundo.

Não lhe parece que também devemos pedir coisas semelhantes?

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Vida de Santificação

O Templo é também casa de santificação. Assim, Deus levou ali Maria para prepará-la para o seu altíssimo destino de ser Mãe de Deus. Lembre-se que, mais tarde, Jesus, antes da sua vida pública, também se retirará ao deserto, deixará a sua casa e se afastará para longe do mundo para ali tratar mais a sós com Deus.

Imagine a vida de recolhimento interior e exterior junta com a prática da mortificação que levaria a Santíssima Virgem no Templo. É a imagem da vida interior da alma. Quanto nos agrada a vida exterior, a vida neste mundo.

Ainda que esta seja boa, ainda que façamos mais pela glória de Deus quando exteriormente trabalhamos mais, e nos movemos mais, no entanto, toda a vida de apostolado que não tenha por fundamento a vida interior, a vida de oração, é completamente inútil. Deus não a abençoa e, portanto, ela não frutifica. – É belo trabalhar pelos outros, porém temos de trabalhar primeiro por nós mesmos, por nossa santificação.

Leitor, Peça a Maria muito amor ao retiro, ao silêncio e à oração, enfim, à vida interior da alma.

Vida de trabalho

Em Deus e para Deus, foi sempre assim que Maria procedeu; mas agora no Templo, de um modo especial todo o seu trabalho seria para Deus. Esta pequena donzela entregue com afã ao trabalho do asseio e limpeza das coisas do culto; que amore que devoção não acompanhariam o seu trabalho?!

Todas as coisas ainda as mais pequenas, que se fazem por Deus, tem um valor imenso. – No serviço de Deus nada é pequeno. É necessário aprendermos a dirigir a Deus todo o trabalho e obras das nossas mãos, para que assim cresçamos em amor e em merecimento perante Ele, sabendo que nada disto ficará sem altíssima recompensa.

Conclusão

Esta Festa da Apresentação da Virgem Maria no Templo ocorre um pouco antes do Natal do Senhor, por que?

A liturgia nos faz um convite, nos chama a uma mais profunda e esmerada preparação para que possamos viver este tempo de graça em plenitude. Maria preparou-se desde a mais tenra infância para ser, ela mesma o “templo” do Altíssimo. Quando São Gabriel anunciou a encarnação do Verbo ele disse: “Não temas Maria, pois encontraste graça diante de Deus”. E Nossa Senhora lhe deu sua resposta, um sim que enaltece a humildade e destrona o orgulho de todo coração que confia, espera e quer imitar esta Santa Mãe.

Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós!


Espero que este artigo sobre a Apresentação de Nossa Senhora tenha lhe feito muito bem espiritualmente.

Ajude-nos dessa forma a continuar nosso trabalho de evangelização e catequização das crianças de todo o Brasil!

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27outubro
2022

O dia de Finados

27/10/2022
Rodrigo
Artigos Católicos
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Comemoração do dia de Finados

É uma antiquíssima tradição da Igreja Católica rezar por todos os fiéis falecidos, no dia 2 de novembro, o dia de Finados. A todos os que morreram “no sinal da fé” a Igreja reserva um lugar importante na Liturgia: há uma lembrança diária na Missa, com o Memento (lembrança) dos mortos, e no Ofício divino.

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Chorar os mortos

A Religião de Nosso Senhor Jesus Cristo não proíbe que choremos os nossos mortos. Podemos oferecer nossas lágrimas e nossas saudades. Como podemos ficar indiferentes diante da morte de um ente querido?

Nos custa ver nosso pai, mãe, filhos, irmãos, amigos arrebatados pela morte. O catolicismo, que nos ensina a sermos fortes nos momentos de dor e nos convida à meditação da Paixão de Nosso Senhor, não nos proíbe derramarmos aquelas lágrimas de saudade.

Por que a Igreja não nos proíbe de chorar pelos mortos? Porque seu fundador chorou o amigo Lázaro! A Virgem Maria chorou aos pés da Cruz! Maria Madalena e as Santas Mulheres choraram durante a Paixão! Ela apenas nos pede que não choremos de desespero, mas com esperança na vida eterna.

Choremos a separação dolorosa, mas com a esperança de que um dia, numa pátria melhor, tornaremos a ver todos aqueles que amamos aqui na terra. Essa esperança nos consola.

Quando o católico chorar diante do corpo imóvel de um ente querido, ele não deve dizer: “Nunca mais te verei!” ou “Adeus para sempre!”. Não! Mesmo com chorando, o católico deve dizer: “Até o céu! Lá nos veremos e seremos felizes para sempre!”

O Céu!

Como nos faz bem pensarmos no céu! Nos ajuda nos momentos de sofrimento e nos enche de esperança. Santa Teresinha escreveu uma vez à sua irmã: “Tenho sede do Céu, dessa mansão bem-aventurada onde se amará Jesus sem restrições! Mas é preciso sofrer e chorar para chegar até lá. Pois bem, eu quero sofrer tudo o que agradar ao meu Bem Amado!”

Logo estaremos na eternidade e veremos plenamente realizado no desejo, nosso sonho de felicidade eterna. Não podemos nos impacientar pois, “a figura deste mundo passa” (Is 64,4) e passa depressa quando comparamos com a eternidade.

Passando, chegaremos na Pátria, no Céu, onde não há lágrimas, nem morte, nem dor, nem luto, nem gemidos. 

Santa Maria Egipcíaca, converteu-se após uma vida de pecado e foi viver isolada no deserto, e ali viveu sozinha por mais de cinquenta anos. Quando já estava para entregar sua alma a Deus, São Sozimo encontrou-se com ela e perguntou como pudera suportar aquela vida de penitência, oração e solidão por tanto tempo. A santa respondeu: “Meu padre, com a esperança do céu!”

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Saudade de nossos mortos

A Saudade de nossos mortos muitas vezes é amarga pois sentimos um vazio profundo quando a morte nos leva alguém querido. Abre-se uma ferida que parece nunca mais cicatrizar. Só o tempo consegue suavizar um pouco a dor.

Nossa Senhora da Soledade é a devoção que medita a vida da Virgem Maria naquelas horas amargas quando chorava a ausência de seu amado Filho morto e sepultado. Ela também chorou e experimentou a saudade de um filho e a tristeza da viuvez, Ela quis ser o nosso consolo.

Quando alguém que amamos viaja por alguns dias, não choramos, pois temos certeza de que o veremos novamente em breve. Mas, o que é a vida que passa tão depressa, comparada com a Eternidade? Um dia, uma hora, um minuto, um segundo… O tempo passa veloz sobre nós e não demorará, chegará a hora em que veremos àqueles que viajaram antes de nós para a pátria celeste.

O Consolador

Para nossa consolação, Nosso Senhora Jesus Cristo quis experimentar as amarguras da perda de um amigo. Lázaro era apenas um amigo, que logo seria ressuscitado pelo Divino Mestre. Mesmo assim, Jesus quis sofrer, e assim santificar as dores e as lágrimas da separação. São santificadoras as lágrimas quando são vivificadas pelo amor de Deus. Por isso, é importante rezarmos assim: “Senhor, verdadeiramente, somente Vós sois o Consolador! Junto de Vós, de vossa mão paternal, que fere e que cura, o pobre coração humano encontra a paz e a felicidade, não deste mundo, mas do céu!”

Só não é infeliz quem tem a graça e a fé. Olhemos para o céu, coragem! Choremos como Jesus na sepultura de Lázaro, mas esperemos confiantes, o dia da ressurreição e da vida eterna. Não choremos como o que não creem na eternidade, mas como Maria Santíssima chorava, aguardando a volta de seu Filho.

Oração às Santas Almas do Purgatório

 

Dignai-Vos, adorável Salvador meu, por vosso precioso Sangue, por vossa dolorosa Paixão e cruelíssima morte; pelos tormentos que vossa augusta Mãe sofreu ao pé da cruz quando vos viu exalar o último suspiro.

Dignai-Vos dirigir um olhar de piedade ao seio profundo do Purgatório e tirar dali as almas que gemem privadas temporariamente de vossa vista, e que suspiram pelo instante de reunir-se convosco no paraíso celestial.

Principalmente vos peço pela alma de N…, e daqueles por quem mais particularmente devo pedir.

Não desprezes, Senhor meus rogos, que uno aos rogos que por todos os fiéis defuntos vos dirige nossa santa mãe a Igreja Católica, a fim de que vossa misericórdia as leve onde com o Pai e o Espírito Santo vives e reinas por todos os séculos dos séculos. Amém.

Rezemos por elas no dia de Finados! Mas não somente no dia de finados, mas sim, também rezemos por elas todos os dias!

 

Fonte: BRANDÃO, Mons. Ascanio, Breviário da Confiança, Ed Ave Maria, São Paulo – SP, 1936


No dia de Finados, lembre-se de todos que já se foram, de sua família e amigos. Eles precisam de nossa oração.

A Associação Nossa Senhora das Graças trabalha pela evangelização das crianças.

Ajude-nos em nosso trabalho.

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20outubro
2022

São João Paulo II

20/10/2022
Rodrigo
Artigos Católicos
4

São João Paulo II

Todos de fato conhecem a fisionomia de São João Paulo II, sua devoção mariana, sua jovialidade e espontaneidade. Tudo ficou marcado na memoria de gerações que tiveram como papa por 27 anos e marcou sua biografia.

No inicio de seu pontificado disse: “Abrir as portas a Cristo, não tenham medo d’Ele”. Esta frase parece resumir todo o período no qual esteva como timoneiro da Barca de Pedro, isto é, a Igreja. É como se ele quisesse que todos os lugares da terra, todas as pessoas abrissem suas portas e seus corações para Cristo e seu verdadeiro amor.

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Infância

Seu nome de batismo era Karol Józef Wojtyla. Nasceu no dia 18 de maio de 1920 na cidade de Wadowice, Polônia. Ainda muito pequeno, viu sua irmã mais velha Olga falecer e antes que completasse doze anos, sua mãe morreu de insuficiência renal. Logo depois viu seu irmão mais velho Edmundo partir desta vida.

Ele mesmo nos conta que: “Depois que minha mãe morreu e, mais tarde, com a morte de meu irmão mais velho, fiquei sozinho com meu pai, um homem profundamente religioso. Dia após dia, tenho observado o seu estilo de vida austero … o seu exemplo foi de certa forma o meu primeiro seminário, uma espécie de seminário em casa.”

Juventude

Karol estudou na Universidade Jagiellonian, em Cracóvia. Cursou literatura, teatro e poesia. Foi neste período que conheceu Jan Tyranowski e através dele a obra de São João da Cruz. De tal sorte que aqui ele começou a discernir sua vocação sacerdotal.

Em 1939 seus estudos foram interrompidos quando a Polônia foi invadida pelo exército nazista. A fim de não ser deportado, Karol passou a trabalhar durante o dia em uma pedreira e a noite em uma fábrica de produtos químicos. 

Em 1941 seu pai faleceu, vítima de um ataque cardíaco. Em 1944 sobreviveu milagrosamente após se atropelado por um caminhão nazista. Durante este período amadureceu sua vocação, ingressando no seminário clandestino do Cardeal Sapieha.

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Sacerdote, Bispo e Cardeal

Na solenidade de todos os santos, no ano de 1946 foi ordenado sacerdote e enviado para Roma a fim de continuar seus estudos. Quando voltou a Polônia tornou-se pároco assistente em Niegowic onde começou seu trabalho com a juventude.

Além disso lecionou por cinco anos na Universidade de Jagiellonian e Ética na Universidade Católica de Lublin. Até que, em 1958 foi sagrado Bispo e nomeado Auxiliar de Cracóvia.

Esteve no Concílio Vaticano II e suas opiniões contribuíram especialmente na redação final da Humanae Vitae, documento promulgado por Paulo VI em 1968. Após isso, foi nomeado Cardeal.

Papa

O Cardeal Wojtyla foi eleito papa no dia 16 de Outubro de 1978, tomou para si o nome de seu predecessor, João Paulo, sendo o 263º sucessor de São Pedro e por 27 anos governou a Igreja.

Quando o mundo conheceu seu brasão e lema de pontificado, souberam que algo havia mudado. Ele manteve o lema de quando ainda era bispo “Totus tuus” “Sou todo teu”, formula abreviada da Consagração como escravo de amor a Maria Santíssima, ensinada por São Luis Maria Grignion de Montfor, santo de grande devoção do papa, escravo de Nossa Senhora.

Ide por todo mundo

João Paulo II possuía um grande espírito missionário. Fez 104 viagens apostólicas visitando 129 países diferentes. O Brasil o recebeu oficialmente três vezes. Em 1980 passou 12 dias percorrendo mais de 14mil quilômetros, visitando Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Aparecida, Porto Alegre, Curitiba, Manaus, Recife, Salvador, Belém, Teresina e Fortaleza.

Retornou em 1991 quando visitou na Bahia Santa Dulce dos Pobres, e em 1997 no Encontro Mundial das Famílias no Rio de Janeiro quando abençoou os brasileiros aos pés do Cristo Redentor.

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Os jovens e a Família

São João Paulo II criou a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e a celebrou 19 vezes durante o pontificado. Instituiu o segundo domingo da Páscoa como o Domingo da Divina Misericórdia, para relembrar a todos o amor misericordioso de Jesus pela humanidade.

Preocupado com a família, dedicou suas catequeses de quarta-feira para refletir com todos o papel da família, do matrimonio e da vida. Assim, fundou o Pontifício Instituto João Paulo II de Estudos sobre o Matrimônio e a Família.

Tentativa de Assassinato

Foi no dia 13 de maio de 1981 que o mundo assistiu consternado o Papa João Paulo II ser atingido por um tiro na Praça de São Pedro. Surpreendentemente, após recuperar-se, marcou a história com dois fatos importantes: visitou na cadeia e perdoou seu agressor Ali Agca. Depois então, depositou na coroa de Nossa Senhora de Fátima a bala que o havia atingido. Segundo ele, Maria Santíssima o havia livrado da morte. 

Ele vai dizer: “Em tudo o que me aconteceu naquele dia, senti a grande proteção da Mãe de Deus, que se revelou mais forte do que a bala mortal”

Contribuição para nossa fé

João Paulo II contribuiu de maneira significativa com a fé e a tradição da Igreja. Seus escritos somam 14 encíclicas, 11 Constituições Apostólicas, 45 cartas apostólicas, 15 exortações além de audiências, homilias e catequeses.

Para trazer ao mundo modelos de vida para todos os cristãos, beatificou 1.338 servos de Deus e canonizou 482 santos. Havia sido assim, até o atual pontificado, o papa que mais canonizou mais que todos os outros papas juntos nos últimos 500 anos.

Morte

O sofrimento é o que mais nos assemelha a Cristo crucificado. Com efeito, João Paulo II viveu de perto esta semelhança. A doença de Parkinson, a perda da fala, os ferimentos do atentado, as diversas cirurgias acompanham o papa em seus últimos dias.

No dia 2 de Abril de 2005, Vésperas do Domingo da Misericórdia, milhares de jovens com velas acesas rezavam debaixo da janela do Papa. Às 21:37 entrou na eternidade após dizer suas últimas palavras: “Deixe-me voltar para a casa de meu Pai”.

Santo súbito

Para a abertura do processo de canonização há um período de espera de cinco anos após a morte do fiel. No entanto, em 2005, Bento XVI anunciou que dispensava João Paulo II deste período, e em 2011 beatificou seu predecessor. Coube a Francisco a canonização em 2014.

Durante a missa de corpo presente, Bento XVI disse: “Podemos ter certeza de que nosso amado Papa João Paulo II está hoje junto à janela da casa do Pai, e de lá nos vê e nos abençoa.

“Abrir as portas a Cristo! Cristo sabe o que está no homem”. A vida deste santo nos mostra que devemos sim, abrir as portas de nossos corações para o amor de Cristo, pois este amor que vai até o fim e não se cansa jamais de nós!

São João Paulo II, rogai por nós.


A Associação Nossa Senhora das Graças trabalha, entre outras motivações, pela catequese e desenvolvimento religioso das crianças em todas as paróquias de todo o Brasil.

Ajude-nos para que, desse modo, possamos continuar este trabalho necessário para elas.

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12outubro
2022

Nossa Senhora Aparecida

12/10/2022
Emanuel
Artigos Católicos, Mariologia
0

Nossa Senhora Aparecida

Nos dias de hoje, quando entramos na sala dos milagres da Basílica de Nossa Senhora Aparecida podemos ver todas as manifestações de gratidão de seus devotos.

Imediamente nos vêm à memória todos os favores que a Padroeira dos Brasil concedeu a seus filhos ao longo destes séculos. Sobretudo nos momentos de aflições e dificuldades, tristeza e sofrimento, Maria sempre ouviu as preces do povo brasileiro.

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O Conde, os pescadores e uma imagem

Foi em 1717 que Dom Pedro de Almeida Portugal e Vasconcelos, Conde de Assumar, Governador das Capitanias de São Paulo e Minas Gerais, subiu a cavalo até São Paulo, para tomar posse do governo.

Assim, em Guaratinguetá, permaneceu de 17 a 30 de outubro, sendo recebido com a pompa, incluindo grandes banquetes com o melhor da culinário local como os saborosos pescados do Rio Paraíba do Sul.

Para isso, a Câmara Municipal convocou os mais experientes pescadores para lançar as redes, pois era necessária boa quantidade de peixes.

Domingos Alves Garcia, seu filho João Alves e Felipe Pedroso, entre outros, puseram as mãos no remo. Mas, por mais que se esforçassem, não pescaram nada.

Foi quando na rede de João Alves, apareceu primeiramente o corpo da pequena imagem de Nossa Senhora, e depois, sua cabeça

Imediatamente as redes se encheram de tanto peixe que os barcos quase afundaram!

Os bons ribeirinhos logo atribuíram essa pesca milagrosa à presença da imagem de Nossa Senhora da Conceição, que, pelo fato de ter aparecido nas águas, ficou conhecida como Aparecida!

O milagre das velas e outros prodígios

Felipe Pedroso levou para casa a imagem, diante da qual toda a família começou a rezar, dando início a uma sequência de milagres que continuam até hoje.

Com efeito, o primeiro milagre atribuído à imagem ocorreu numa noite enquanto a família e vizinhos “cantavam o terço”. Duas velas se apagaram acenderam sozinhas.

Certamente, a luz daquelas velas, que se reacenderam miraculosamente naquela noite, iluminou seus corações e despertou neles grande amor e devoção para com Nossa Senhora Aparecida

Tesouro para o povo brasileiro

As famílias dos três pescadores viviam na região do encontro da imagem e foram os primeiros a prestar culto à Nossa Senhora Aparecida.

Assim, a imagem peregrinou durante bom tempo pelas casas dos pescadores, até se fixar em Itaguaçu, lugar do seu encontro, na residência de Atanásio Pedroso, que construiu-lhe um oratório e um altar de madeira, onde, todos os sábados, grupos de famílias iam rezar o terço.

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A capelinha

Os milagres reforçaram enormemente a nova devoção popular, já com a invocação de Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

Nesse ínterim, o Padre José Alves Vilela, Pároco de Santo Antônio, de Guaratinguetá, deu apoio para a construção de uma capelinha, situada no Itaguaçu, à beira da estrada.

Certamente era uma localização pois ali passavam constantemente caravanas de viajantes, o que favoreceu rapidamente o crescimento do número de devotos.

Correntes da escravidão se estatelam no chão

No final do século dezoito um escravo fugitivo, que estava sendo conduzido de volta à fazenda, ao passar diante da capela, pediu-lhe que permitisse subir até à igreja para fazer oração.

Enquanto estava em oração diante da imagem, as correntes se soltaram de seu pescoço e de seus pulsos, caindo por terra. Comovido com o sucedido, o fazendeiro o resgatou, depositando no altar o preço do escravo, e o conduziu para casa como um homem livre”

Com certeza, a queda das pesadas correntes que prendiam o escravo Zacarias pelo pescoço e pelos pulsos é um  testemunho do poder de intercessão Nossa Senhora Aparecida para desatar das prisões do pecado as pessoas arrependidas.

Romarias de todas as partes

As romarias que se iniciaram no oratório do Porto de Itaguaçu continuaram a partir de 1745, na igreja do Morro dos Coqueiros, que a voz do povo batizou de santuário.

Então, em 1884 o jornal “Correio Paulistano” estampou matéria sobre as romarias oriundas de todo o Império, ressaltando o articulista as saudades que ele sentia do tempo de menino, participando daquelas pias viagens junto com sua família:

“Antigamente as Romarias à Capela da Aparecida tinham muito de pitoresco; eram as famílias que se moviam lentamente com os filhos pequenos, os pagens, os camaradas, as mucamas, e o armazém ambulante às costas dos cargueiros”.

E observa que, com as mudanças nos hábitos causadas pela estrada de ferro, “acabou-se o encanto daquelas pias viagens”.

A nova devoção, refúgio para o povo

Os que iam à capela buscava-se curas físicas, é verdade, mas o principal motivo era a devoção, exteriorizada com gestos e atitudes.

Por exemplo, rezar sua Novena, limpar a igreja, percorrer de joelhos a rua que dá acesso à mesma, dar esmolas à Capela, ajudar os pobres.

Ainda mais, registram-se na história de Aparecida senhores e senhoras que assistirem de joelhos até três missas e outros que se arrastam de joelhos até o altar.

Via-se famílias se privarem de tudo para dar a Nossa Senhora, (…) uma devoção generosa, um amor pronto aos sacrifícios”.

Inúteis manifestações de ódio

Como não poderia deixar de ser, os que não gostam de nossa Mãe celeste deixaram as marcas de seu ódio gratuito.

Por exemplo, um homem de Cuiabá,que quis entrar a cavalo na igreja para desafiar Nossa Senhora, mas não conseguiu. As patas do animal grudaram-se nas pedras.

Ele, agora convertido, pediu perdão a Maria e dirigiu-se, contrito, à imagem para rezar. Isso ocorreu em 1866.

Da mesma forma, a quebra da imagem na Basílica Velha, em 1978, por um jovem protestante, comoveu o País, e só fez aumentar o amor dos brasileiros à sua Mãe, que a reentronizaram com manifestações de fé e entusiasmo.

Como também o sacrílego pontapé que um pastor protestante desfechou numa imagem de Nossa Senhora Aparecida, em pleno programa televisivo, em 1995.

O ato abalou a Nação, mas não a devoção do seu povo, que só fez aumentar.

Torrentes de milagres: os ex-votos

Haja tempo, papel e tinta para relatar os inúmeros milagres e graças obtidos pela intercessão da Senhora Aparecida

Por exemplo, a menina de Jaboticabal, cega de nascença, que ao chegar diante da Capela de Aparecida, em 1874, passa a enxergar e diz: “Mamãe, que bonita igreja!”

Ou ainda uma senhora devota que foi curada de trombose em São Paulo, em 1984.

Mas quem quiser ler esses relatos, vá até o Salão das Promessas e confira os milhares de ex-votos, ou seja, objetos que exprimem gratidão pelos milagres acontecidos.

Ali poderá ver um par de muletas, inúteis agora ao antigo usuário; a escultura de um braço miraculado; a peça de carro do acidente fatal que não matou; o desenho de uma máquina quase assassina.

Conclusão

São João Paulo II chamou Aparecida de “Capital Nacional da Fé” e, de fato, temos fé e confiança de que Nossa Senhora Aparecida continuará protegendo a todos os brasilieros.

Não importa quais sejam quais forem os problemas pessoais ou de outro gênero que tenhamos que enfrentar. Maria estará pronta a ouvir seus filhos.

Por isso, queremos que todos conheçam as orações à Padroeira do Brasil reunidas neste livreto e sintam-se amados por Nossa mãezinha.

Mas a Associação Nossa Senhora das Graças quer que você participe e colabore com esta ação missionária. Como? Aqui você pode fazer parte desta obra.

“

Oração

Ó Senhora da Conceição Aparecida, que fizestes tantos milagres que comprovam Vossa poderosa intercessão junto ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, obtende para nossas famílias as graças de que tanto necessitam.

Defendei-nos da violência, das doenças, do desemprego, e sobretudo do pecado, que nos afasta de Vós. Protegei nossos filhos de tantos fatores de deformação da juventude.

E concedei a todos os membros de nossas famílias a graça de poderem trilhar o caminho de perfeição e de paz ensinado por Vosso Divino Filho, que afirmou: “Disse-vos estas coisas para que tenhais paz em Mim. Haveis de ter aflições no mundo; mas tende confiança, Eu venci o mundo!” Amém.”

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02setembro
2022
sao-gregorio-e-o-canto-gregoriano - Nossa Senhora das Graças

São Gregório Magno e o Canto Gregoriano

02/09/2022
Rodrigo
Artigos Católicos
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São Gregório Magno e o Canto Gregoriano

Prefeito de Roma, Monge…

O Papa Emérito Bento XVI, durante o Angelus de 3 de setembro de 2006 contou aos presentres a bela história de São Gregório Magno e o canto gregoriano. Dizia ele na ocasião.

Receba em sua casa o Terço Colar de Nossa Senhora. Clique aqui!

O calendário romano recorda hoje, 3 de Setembro, São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja (ca. 540-604). (…) Ele foi primeiro Prefeito e, depois, Bispo de Roma. Como funcionário imperial distinguiu-se pela capacidade administrativa e pela integridade moral, a ponto que, com apenas 30 anos, desempenhou o mais alto cargo civil de Praefectus Urbis. Mas, dentro dele maturava a vocação para a vida monástica, que abraçou em 574, quando seu pai faleceu. A Regra beneditina tornou-se a partir de então a estrutura-guia da sua existência. Também quando foi enviado pelo Papa como seu representante junto do Imperador do Oriente, em Constantinopla, manteve um estilo de vida monástico, simples e pobre.

…e Papa.

Tendo sido chamado de novo para Roma, mesmo vivendo no mosteiro foi estreito colaborador do Papa Pelágio II e, com a morte deste, vítima de uma epidemia de peste, Gregório foi aclamado por todos como seu sucessor. Procurou de todas as formas evitar aquela nomeação, mas no final teve que se render e, deixando com tristeza o claustro, dedicou-se à comunidade, consciente de cumprir um dever e de ser um simples “servo dos servos de Deus”.

Com clarividência profética, Gregório intuiu que surgia uma nova civilização do encontro entre herança romana e os chamados povos “bárbaros”, graças à capacidade de unificação e de elevação moral do Cristianismo. O monaquismo revelava-se uma riqueza não só para a Igreja, mas para toda a sociedade.

Sendo de saúde delicada mas forte no temperamento moral, São Gregório Magno desempenhou uma intensa ação pastoral e civil. Deixou um vasto epistolário, homilias admiráveis, um célebre comentário ao Livro de Job e os escritos sobre a vida de São Bento, bem como numerosos textos litúrgicos, famosos pela reforma do Canto, que devido ao seu nome foi chamado “gregoriano”.

Canto Gregoriano

O canto gregoriano é o canto oficial da Igreja Católica, o canto próprio de sua liturgia. Herdado de uma antiquíssima tradição, este conjunto de músicas foi chamado “tesouro de inestimável valor” pelo Concílio Vaticano II.

Sua história é complexa pois suas origens e desenvolvimento se perdem nas areias do tempo. Sabemos que tem em suas raízes o antigo canto da sinagoga e outros hinos gregos. No Ocidente, durante o século III e IV, um canto muito simples foi a base das primeiras liturgias cristãs. Cada região começou a desenvolver estes cânticos, cada um de acordo com o sopro do Espírito Santo. Assim nasceram os cantos romanos, milaneses ou ambrosianos, hispanos e galicanos. E, somente com São Gregório Magno são reunidos e unificados.

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Recentemente em um artigo para o ‘The Catholic Herald’, o redator Joseph Shaw afirmou que a valorização do canto litúrgico é um poderoso atrativo para o sagrado. “O Canto Gregoriano nos identifica com a liturgia Católica e ao mesmo tempo com algo cujo valor cultural e artístico exerce uma poderosa atração”.

Segundo Shaw o canto gregoriano atrai a músicos, medievalistas, fiéis e curiosos. Para ilustrar sua afirmação, o redator recordou de como, durante uma Missa na Universidade de Oxford, uma mulher se converteu ao ouvir os hinos cantados em latim pelo coro do templo. Para um meio de comunicação local, a mulher relatou que sentiu como se escutasse os anjos cantando. Qualificou sua experiência como excepcional, lhe dando uma noção de que algo belo e sagrado acontecia nesse lugar.

Paz em meio ao desespero

Dra. Jennifer Donelson, organizadora de um congresso sobre música sacra levado a cabo na cidade de Nova York em março de 2017 em entrevista ao “Catholic World Report” destacou o benefício da música gregoriana para cada indivíduo diante de uma sociedade imersa no caos e na confusão. “Quando o conflito e o desespero nos rodeiam, a bela música que reflete o Evangelho é um verdadeiro consolo, inclusive para as pessoas que não são católicas. A gente escuta algo no canto gregoriano que é belo e que nos ajuda a transcender em nossas vidas cotidianas e escutar os ecos da voz de Deus em nossos corações”.

Fonte: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/angelus/2006/documents/hf_ben-xvi_ang_20060903.html


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21julho
2020

Confissão

21/07/2020
Rodrigo
Sem categoria
0

A Confissão – Deus exige que nos acusemos

 

Se o pecado consiste essencialmente na desobediência à lei de Deus, nada mais justo que, para a remissão do pecado haja arrependimento, propósito de emenda e a humilhação de uma sincera confissão. 

Isso podemos confirmar quando Deus mesmo exige, nas Sagradas Escrituras, a acusação formal de um pecador. Basta lembrar do primeiro homem após cometer o primeiro pecado, “Adão, onde estás?”  (Gn 3,9), ou então de seu filho Caim após matar seu irmão, “Onde está teu irmão, Abel?” (Gn 4,9)

O mesmo aconteceu quando Jesus disse para a mulher samaritana no poço de Jacó: “vai, chama teu marido e vem cá.” (Jo 4,16). Mesmo sendo onisciente, Deus exigiu a declaração da falta para que assim pudesse perdoar e corrigir. Assim como o crime exige a declaração, a culpa exige acusação, manifestação. 

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Obra divina

 

No século XVI, muitos cristãos foram levados pelas doutrinas de Martinho Lutero ao protestantismo. Entre outras coisas, dizia ele que a confissão sacramental estava abolida.  Ora, o sacramento da penitência sempre foi uma barreira e um freio contra a criminalidade e às paixões desordenadas. Não quer dizer que não existiam, mas, é certo que determinados limites não eram ultrapassados por existir a confissão.

O fato é que o magistrado da cidade de Nuremberg ficou aterrorizado com o aumento dos crimes e da impiedade em toda cidade. Ele então pediu ao imperador Carlos V que escrevesse um decreto exigindo que todo o povo confessasse sacramentalmente. Ele esperava assim, pôr fim à crise.

O imperador então lhe disse: “Meu caro, se os homens se recusam a aceitar a confissão da mão de Deus, muito menos a aceitariam das minhas, se eu me atrevesse a querer impor através de um decreto imperial”.

De fato é assim, A Confissão não é um decreto humano. Seus efeitos maravilhosos ultrapassam a capacidade humana, pois são de origem divina. Basta lembrar o que diz São Pedro: “Foi Ele mesmo que levou nossos pecados em seu copo sobre o madeiro, afim de que, mortos para o pecado, vivamos para a justiça” (1Pd 2, 24)

 

Fonte de paz

 

Certa vez, Orígenes de Alexandria comparou o pecado mortal a uma comida indigesta. Após ser ingerida, o mal-estar do indivíduo torna-se geral. Dor de cabeça, mal humor, tonturas, calafrios, incômodo, falta de apetite.

Do mesmo modo, o pecado é tão tóxico que retira da alma a tranquilidade, o sossego, a paz, “para os ímpios não há paz” (Is 48,22). O pecador não tem paz, isso nos prova Adão que disse: “Ouvi tua voz no jardim, temi e me escondi” (Gn 3,10)

Para tirar o veneno da alma e para restituir ao pecador sua paz, Nosso Senhor instituiu a Confissão. Ali, no confessionário, está o ministro de Deus, a quem todos têm livre acesso. Não há protocolo, nem bilhete de ingresso.

É lá, no confessionário, que a alma despedaçada, cheia de remorsos entra como pecador e sai com o coração em festa e paz! A mais de dois mil anos, a história da Igreja tem confirmado, o sacramento da Confissão está destinado a ser na mente de seu fundador, Jesus Cristo, a fonte de paz e serenidade que nunca se esgota.

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“Eu me confesso só com Deus”

 

É possível que você, leitor, já tenha ouvido esta frase: “Eu me confesso só com Deus”. Jesus disse: “A quem perdoardes os pecados, os pecados lhes serão perdoados. A quem retiverdes os pecados, lhes serão retidos” (Jo 20, 22). O que significa isso?

Quer dizer: Eu concedo aos meus apóstolos, aos meus ministros, o poder de perdoar os pecados em Meu Nome. A todos a quem perdoarem, Eu, de minha parte também perdoo. E aqueles que meus ministros, iluminados pelo Espírito Santo, acreditarem que não devem perdoar, por serem indignos da remissão, estes Eu também não perdoo.

Na sua infinita sabedoria, Deus achou conveniente perdoar – por via normal – através de outros homens que tivessem sua autoridade e seu mandato, este é seu decreto divino.

Isso porque o homem, sinceramente arrependido, sente a necessidade de uma palavra que o assegure do perdão realmente conseguido. Porque, enfim, é um remédio direto contra o pecado, que é uma desobediência formal à lei suprema de Deus.

Os apóstolos eram homens, sujeitos à lei universal da morte. Por esta razão, Jesus Cristo instituiu os meios de salvação não somente para os tempos e a época dos apóstolos, mas sim, através de seus legítimos sucessores, para o bem dos cristãos de todos os séculos, de todos os países, de todas aa nações e raças.

Isso nos diz São Paulo: “Deus nos reconciliou consigo por Cristo e nos deu o ministério da reconciliação” (2 Cor 5, 18).

 

A maior felicidade

 

O padre Causette em seus escritos nos diz: “Confessai! Se é penoso no momento de se acusar dos pecados, porque é a hora da verdade, é suave depois da hora da misericórdia: A misericórdia e a verdade se encontram! (SI 84, 11).

Não vacile nem hesite! A vantagem espiritual é toda de nossa alma! Aproxime-se com fé e confiança do tribunal das misericórdias divinas. Após sincera e contrita confissão, você poderá rezar como o salmista: “As misericórdias do Senhor Cantarei eternamente! ” (Sl 88, 2)

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02julho
2020

9º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

02/07/2020
Rodrigo
Sem categoria
3

9º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

9º Dia da Novena

Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

 

Clique aqui para receber em sua casa a Medalha Milagrosa.

 

Súplica a Nossa Senhora

Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vos contemplarmos de braços abertos, derramando graças sobre os que Vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestadas pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosa culpas, acercamo-nos de vossos pés, para Vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades… (pede-se a graça)

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante Vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Santíssima Virgem! Eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.

Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça… que peço com toda confiança. Amém.


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02julho
2020

8º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

02/07/2020
Rodrigo
Sem categoria
3

8º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

 

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

8º Dia da Novena

Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos, que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem e abrasem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade..

 

Clique aqui para receber em sua casa a Medalha Milagrosa.

 

Súplica a Nossa Senhora

Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vos contemplarmos de braços abertos, derramando graças sobre os que Vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestadas pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosa culpas, acercamo-nos de vossos pés, para Vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades… (pede-se a graça)

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante Vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Santíssima Virgem! Eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.

Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça… que peço com toda confiança. Amém.


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02julho
2020

7º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

02/07/2020
Rodrigo
Sem categoria
4

7º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

 

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

7º Dia da Novena

Ó Virgem Milagrosa, Rainha Excelsa, Imaculada Senhora, sede minha advogada, meu refúgio e asilo nesta Terra, minha fortaleza e defesa na vida e na morte, meu consolo e minha glória no Céu.

 

Clique aqui para receber em sua casa a Medalha Milagrosa.

 

Súplica a Nossa Senhora

Ó Imaculada Virgem! Mãe de Deus e nossa Mãe, ao Vos contemplarmos de braços abertos, derramando graças sobre os que Vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestadas pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade, por causa de nossas numerosa culpas, acercamo-nos de vossos pés, para Vos expor durante esta Novena, as nossas mais prementes necessidades… (pede-se a graça)

Escutai, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiante Vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento de vosso Nome e bem de nossas almas. E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre, verdadeiros cristãos. Amém.

Santíssima Virgem! Eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha.

Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho, a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte, e a graça… que peço com toda confiança. Amém.


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02julho
2020

6º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

02/07/2020
Rodrigo
Sem categoria
3

6º Dia da Novena da Medalha Milagrosa

 

Sinal da Cruz

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

 

Ato de contrição

Meu bom Jesus, que por mim morrestes na Cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

 

Leitura Diária

6º Dia – Terceira Aparição

Contemplemos Maria aparecendo a Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas e mandando cunhar uma medalha, prometendo a todos que trouxerem com devoção e amor muitas graças. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha e, como escudo, ela nos protegerá nos perigos.

 

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