Os 7 Pecados Capitais - Nossa Senhora das Graças

Os 7 Pecados Capitais

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Os 7 Pecados Capitais

Seu nome vem do latim “caput”: cabeça, fonte. De acordo com a própria etimologia da palavra, esses pecados têm tal nome porque são origem, fonte de vários outros pecados mortais. Estes sete pecados capitais são:

1) Soberba;

2) Avareza;

3) Luxúria;

4) Inveja;

5) Gula;

6) Ira;

7) Preguiça.

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  1. SOBERBA: é a estima excessiva da própria pessoa. O soberbo mostra-se ufano das qualidades que tem, não se lembra que deve por elas dar glória a Deus, atribui-se dotes que não possui e rebaixa as vantagens dos outros. É parecido com o fariseu que compara suas virtudes com os senões do próximo.

Os meios para curar a chaga da Soberba são um exame atento das nossas misérias, falhas e fraquezas e a contemplação da humildade de Nosso Senhor, que, sendo Deus, se rebaixou a ponto de revestir-se da humanidade.

 

  1. AVAREZA: é o amor desregrado às riquezas. O avarento anda aflito por ganhar mais dinheiro, sempre excogita artes de aumentar seus cabedais, e antes trata os bens como donos do que como servos. A fortuna, para ele, é um fim, e não o meio de prover às necessidades da existência. Ele é Sovina, não dá nada, e quando precisa gastar, parece que lhe arrancam um pedaço da alma. A economia é outra coisa. Consiste em regular as despesas pelos rendimentos.

Dois remédios podem fazer bem ao avarento: lembre-se que tudo passa neste mundo e meditar nos exemplos de Jesus Cristo. Era riquíssimo, quis nascer, viver e morrer, paupérrimo.

 

  1. LUXÚRIA: é o vício contrário à pureza, proibido pelo 6º e 9º Mandamentos da Lei de Deus que proíbem os pecados contrários à virtude da pureza. Única diferença é que, enquanto o 6º Mandamento veda atos, olhares e palavras ofensivas da modéstia cristã, o 9º atalha o mal na própria fonte, e condena o pensamento impuro, o simples desejo desonesto 

A Luxúria, obscurece a inteligência, cegam-na para as coisas de Deus (I Cor II, 14). Desmoralizam e embrutecem o coração que, então, se separa e afasta de Deus, abandona a religião, cai na impiedade. A impureza estraga a saúde, exaure as forças, traz enfermidade. 

Remédios contra a impureza são a vigilância e guarda dos sentidos, da imaginação e das afeições; a humildade, mortificação. É indispensável ainda a Oração, Confissão, Comunhão frequente e a Devoção a Maria Santíssima.

 

  1. INVEJA: A inveja nasce da soberba. É o único pecado que não produz felicidade. A inveja tem duas caras: expandida e risonha perante o mal dos outros; amarrada e tristonha diante da prosperidade alheia. Seria como beber um frasco de veneno e esperar que o outro morra.

O Ciúme é uma face da inveja. Não se alegra com os as tristezas e dissabores alheios. Mas tem o receio exacerbado de perder o bem que possui, e cobiça violentamente o bem dos outros.   Para curar a inveja o primeiro meio para tratamento é recordarmos que todos os homens têm igual natureza e igual destino. Todos os católicos são irmãos em Cristo

 

  1. A GULA: é o amor desordenado ao alimento. Quando se aplica de modo especial à bebida chama-se embriaguez, alcoolismo. O guloso multiplica as refeições; come a torto e a direito; ou então come demais, ou muito depressa, avidamente.

A Embriaguez é uma das formas da gula. Quem cai neste vício até ficar bêbado, perde o uso da razão. 

Os Remédios para sanar este defeito da gula são eficazes as seguinte receitas: Pensar que isto de comer e beber não é o fim da atividade humana. Existe o alimento para a vida, não a vida para o alimento. As famílias zelem por ter um lar confortável e atraente, que agrade a todos que ali frequentam desviando de lugares que possam levar ao pecado da Gula.

 

  1. IRA: Ira é um movimento desordenado da alma que se revolta contra o que não lhe agrada. Muitas vezes, é o resultado do orgulho que se julga melindrado, e quer desforçar-se. São sintomas da ira a impaciência, raiva, berros e desaforos, a vingança, que é o desejo cultivado de prejudicar a quem nos desagradou.

Para amordaçar e refrear a cólera, é preciso: atalhar logo o primeiro ímpeto lembrando do o exemplo do divino Mestre, Cordeiro manso e humilde de coração.

 

  1. PREGUIÇA: é o apego desmedido ao descanso que leva a omitir nossas obrigações, ou a descuidá-las. O espírito e o corpo do homem que trabalha necessitam de repouso. Mas, este não pode vir a ser regra geral, e com que o único fruto da existência. É a “Mãe de todos os vícios”

Há dois tipos de preguiça: a preguiça espiritual e a preguiça corporal. Aquela é falta de ânimo, de coragem no cumprimento dos deveres religiosos, na oração. Esta é desleixo das nossas obrigações de estado.

Para extirpar a preguiça, reflita-se que o trabalho é lei universal imposta pelo Criador.


Fonte consultada:

Boulenger, A, Doutrina Católica – Manual de Instrução Religiosa – Moral


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Este artigo foi escrito porRodrigo Freitas