2ª Semana da Quaresma | Segunda-feira
2ª Semana da Quaresma | Segunda-feira 1ª Leitura Salmo Evangelho Primeira Leitura (Dn 9,4b-10) Leitura da Profecia de Daniel. 4b “Eu te suplico, Senhor, Deus grande e terrível, que preservas a aliança e a benevolência aos que te amam e cumprem teus mandamentos; 5 temos pecado, temos praticado a injustiça e a impiedade, temos sido rebeldes, afastando-nos de teus mandamentos e de tua lei; 6 não temos prestado ouvidos a teus servos, os profetas, que, em teu nome, falaram a nossos reis e príncipes, a nossos antepassados e a todo o povo do país. 7 A ti, Senhor, convém a justiça; e a nós, hoje, resta-nos ter vergonha no rosto: seja ao homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo Israel, seja aos que moram perto e aos que moram longe, de todos os países, para onde os escorraçaste por causa das infidelidades cometidas contra ti. 8 A nós, Senhor, resta-nos ter vergonha no rosto: a nossos reis e príncipes, e a nossos antepassados, pois que pecamos contra ti; 9 mas a ti, Senhor, nosso Deus, cabe misericórdia e perdão, pois nos temos rebelado contra ti, 10 e não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus, indicando-nos o caminho de sua lei, que nos propôs mediante seus servos, os profetas”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 78(79),8.9.11.13 (R. Sl 102(103),10a) – O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas. – O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas. – Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo. – Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados! – Até vós chegue o gemido dos cativos: libertai com vosso braço poderoso os que foram condenados a morrer! Quanto a nós, vosso rebanho e vosso povo, celebraremos vosso nome para sempre, de geração em geração vos louvaremos. (Ir para Evangelho) Evangelho (Lc 6,36-38) – Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! – Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 36 “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. 37 Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. 38 Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. Primeira Leitura (Dn 9,4b-10) Leitura da Profecia de Daniel. 4b “Eu te suplico, Senhor, Deus grande e terrível, que preservas a aliança e a benevolência aos que te amam e cumprem teus mandamentos; 5 temos pecado, temos praticado a injustiça e a impiedade, temos sido rebeldes, afastando-nos de teus mandamentos e de tua lei; 6 não temos prestado ouvidos a teus servos, os profetas, que, em teu nome, falaram a nossos reis e príncipes, a nossos antepassados e a todo o povo do país. 7 A ti, Senhor, convém a justiça; e a nós, hoje, resta-nos ter vergonha no rosto: seja ao homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo Israel, seja aos que moram perto e aos que moram longe, de todos os países, para onde os escorraçaste por causa das infidelidades cometidas contra ti. 8 A nós, Senhor, resta-nos ter vergonha no rosto: a nossos reis e príncipes, e a nossos antepassados, pois que pecamos contra ti; 9 mas a ti, Senhor, nosso Deus, cabe misericórdia e perdão, pois nos temos rebelado contra ti, 10 e não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus, indicando-nos o caminho de sua lei, que nos propôs mediante seus servos, os profetas”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 78(79),8.9.11.13 (R. Sl 102(103),10a) – O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas. – O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas. – Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo. – Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados! – Até vós chegue o gemido dos cativos: libertai com vosso braço poderoso os que foram condenados a morrer! Quanto a nós, vosso rebanho e vosso povo, celebraremos vosso nome para sempre, de geração em geração vos louvaremos. (Ir para Evangelho) Evangelho (Lc 6,36-38) – Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! – Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 36 “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. 37 Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. 38 Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
2º Domingo da Quaresma | Domingo
2º Domingo da Quaresma | Domingo 1ª Leitura Salmo 2ª Leitura Evangelho Primeira Leitura (Gn 12,1-4a) Leitura do Livro do Gênesis. 1 Naqueles dias, o Senhor disse a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar. 2 Farei de ti um grande povo e te abençoarei: engrandecerei o teu nome, de modo que ele se torne uma bênção. 3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão abençoadas todas as famílias da terra!”. 4a E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito. – Palavra do Senho (Ir para o Salmo) Responsório Sl 32(33),4-5.18-19.20.22 (R. cf. 22) – Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, venha a vossa salvação! – Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, venha a vossa salvação! – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. – Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria. – No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos! (Ir para 2ª Leitura) Segunda Leitura (2Tm 1,8b-10) Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo. Caríssimo: 8b Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. 9 Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade. 10 Esta graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Evangelho) Evangelho (Mt 17,1-9) – Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória! – Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1 Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. 3 Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. 4 Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias”. 5 Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!” 6 Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o rosto em terra. 7 Jesus se aproximou, tocou neles e disse: “Levantai-vos, e não tenhais medo”. 8 Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus. 9 Quando desciam da montanha, Jesus ordenou-lhes: “Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem tenha ressuscitado dos mortos”. — Palavra da Salvação. Primeira Leitura (Gn 12,1-4a) Leitura do Livro do Gênesis. 1 Naqueles dias, o Senhor disse a Abrão: “Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai, e vai para a terra que eu te vou mostrar. 2 Farei de ti um grande povo e te abençoarei: engrandecerei o teu nome, de modo que ele se torne uma bênção. 3 Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão abençoadas todas as famílias da terra!”. 4a E Abrão partiu, como o Senhor lhe havia dito. – Palavra do Senho (Ir para o Salmo) Responsório Sl 32(33),4-5.18-19.20.22 (R. cf. 22) – Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, venha a vossa salvação! – Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, venha a vossa salvação! – Pois reta é a palavra do Senhor, e tudo o que ele faz merece fé. Deus ama o direito e a justiça, transborda em toda a terra a sua graça. – Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, e que confiam esperando em seu amor, para da morte libertar as suas vidas e alimentá-los quando é tempo de penúria. – No Senhor nós esperamos confiantes, porque ele é nosso auxílio e proteção! Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça, da mesma forma que em vós nós esperamos! (Ir para 2ª Leitura) Segunda Leitura (2Tm 1,8b-10) Leitura da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo. Caríssimo: 8b Sofre comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus. 9 Deus nos salvou e nos chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a eternidade. 10 Esta graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a imortalidade por meio do Evangelho. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Evangelho) Evangelho (Mt 17,1-9) – Louvor a vós, ó Cristo, rei da eterna glória! – Numa nuvem resplendente fez-se ouvir a voz do Pai: Eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1 Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2 E foi transfigurado diante deles; o seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz. 3 Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. 4 Então Pedro tomou a palavra e disse: “Senhor, é bom ficarmos aqui. Se queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias”. 5 Pedro ainda estava falando, quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E
1ª Semana da Quaresma | Sábado
1ª Semana da Quaresma | Sábado 1ª Leitura Salmo Evangelho Primeira Leitura (Dt 26,16-19) Leitura do Livro do Deuteronômio. Moisés dirigiu a palavra ao povo de Israel e lhe disse: 16 “Hoje, o Senhor teu Deus te manda cumprir esses preceitos e decretos. Guarda-os e observa-os com todo o teu coração e com toda a tua alma. 17 Tu escolheste hoje o Senhor para ser o teu Deus, para seguires os seus caminhos, e guardares seus preceitos, mandamentos e decretos, e para obedeceres à sua voz. 18 E o Senhor te escolheu, hoje, para que sejas para ele um povo particular, como te prometeu, a fim de observares todos os seus mandamentos. 19 Assim ele te fará ilustre entre todas as nações que criou, e te tornará superior em honra e glória, a fim de que sejas o povo santo do Senhor teu Deus, como ele disse”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 118(119),1-2.4-5.7-8 (R. 1b) – Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo! – Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo! – Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo! Feliz o homem que observa seus preceitos, e de todo o coração procura a Deus! – Os vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. Oxalá seja bem firme a minha vida em cumprir vossa vontade e vossa lei! – Quero louvar-vos com sincero coração, pois aprendi as vossas justas decisões. Quero guardar vossa vontade e vossa lei; Senhor, não me deixeis desamparado! (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 5,43-48) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43 “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44 Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45 Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46 Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47 E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48 Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. Primeira Leitura (Dt 26,16-19) Leitura do Livro do Deuteronômio. Moisés dirigiu a palavra ao povo de Israel e lhe disse: 16 “Hoje, o Senhor teu Deus te manda cumprir esses preceitos e decretos. Guarda-os e observa-os com todo o teu coração e com toda a tua alma. 17 Tu escolheste hoje o Senhor para ser o teu Deus, para seguires os seus caminhos, e guardares seus preceitos, mandamentos e decretos, e para obedeceres à sua voz. 18 E o Senhor te escolheu, hoje, para que sejas para ele um povo particular, como te prometeu, a fim de observares todos os seus mandamentos. 19 Assim ele te fará ilustre entre todas as nações que criou, e te tornará superior em honra e glória, a fim de que sejas o povo santo do Senhor teu Deus, como ele disse”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 118(119),1-2.4-5.7-8 (R. 1b) – Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo! – Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo! – Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo! Feliz o homem que observa seus preceitos, e de todo o coração procura a Deus! – Os vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. Oxalá seja bem firme a minha vida em cumprir vossa vontade e vossa lei! – Quero louvar-vos com sincero coração, pois aprendi as vossas justas decisões. Quero guardar vossa vontade e vossa lei; Senhor, não me deixeis desamparado! (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 5,43-48) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43 “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44 Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45 Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46 Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47 E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48 Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
1ª Semana da Quaresma | Sexta-feira
1ª Semana da Quaresma | Sexta-feira 1ª Leitura Salmo Evangelho Primeira Leitura (Ez 18,21-28) Leitura da Profecia de Ezequiel. Assim fala o Senhor: 21 “Se o ímpio se arrepender de todos os pecados cometidos, e guardar todas as minhas leis, e praticar o direito e a justiça, viverá com certeza e não morrerá. 22 Nenhum dos pecados que cometeu será lembrado contra ele. Viverá por causa da justiça que praticou. 23 Será que eu tenho prazer na morte do ímpio? – oráculo do Senhor Deus. Não desejo, antes, que mude de conduta e viva? 24 Mas, se o justo se desviar de sua justiça e praticar o mal, imitando todas as práticas detestáveis feitas pelo ímpio, poderá fazer isso e viver? Da justiça que ele praticou, nada mais será lembrado. Por causa da infidelidade e do pecado que cometeu, por causa disso morrerá. 25 Mas vós andais dizendo: ‘A conduta do Senhor não é correta’. Ouvi, vós da casa de Israel: É a minha conduta que não é correta, ou antes é a vossa conduta que não é correta? 26 Quando um justo se desvia da justiça, pratica o mal e morre, é por causa do mal praticado que ele morre. 27 Quando um ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça, conserva a própria vida. 28 Arrependendo-se de todos os seus pecados, com certeza viverá; não morrerá”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 129(130),1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 3) – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? – Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece! – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão, eu vos temo e em vós espero. – No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. A minh’alma espera no Senhor mais que o vigia pela aurora. – Espere Israel pelo Senhor, mais que o vigia pela aurora! pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção. Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa. (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 5,20-26) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Lançai para bem longe toda a vossa iniquidade! Criai em vós um novo espírito e um novo coração! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20 “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus. 21 Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não matarás! Quem matar será condenado pelo tribunal’. 22 Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encoleriza com seu irmão será réu em juízo; quem disser ao seu irmão: ‘patife!’ será condenado pelo tribunal; quem chamar o irmão de ‘tolo’ será condenado ao fogo do inferno. 23 Portanto, quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, 24 deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta. 25 Procura reconciliar-te com teu adversário, enquanto caminha contigo para o tribunal. Senão o adversário te entregará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e tu serás jogado na prisão. 26 Em verdade eu te digo: dali não sairás, enquanto não pagares o último centavo. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. Primeira Leitura (Ez 18,21-28) Leitura da Profecia de Ezequiel. Assim fala o Senhor: 21 “Se o ímpio se arrepender de todos os pecados cometidos, e guardar todas as minhas leis, e praticar o direito e a justiça, viverá com certeza e não morrerá. 22 Nenhum dos pecados que cometeu será lembrado contra ele. Viverá por causa da justiça que praticou. 23 Será que eu tenho prazer na morte do ímpio? – oráculo do Senhor Deus. Não desejo, antes, que mude de conduta e viva? 24 Mas, se o justo se desviar de sua justiça e praticar o mal, imitando todas as práticas detestáveis feitas pelo ímpio, poderá fazer isso e viver? Da justiça que ele praticou, nada mais será lembrado. Por causa da infidelidade e do pecado que cometeu, por causa disso morrerá. 25 Mas vós andais dizendo: ‘A conduta do Senhor não é correta’. Ouvi, vós da casa de Israel: É a minha conduta que não é correta, ou antes é a vossa conduta que não é correta? 26 Quando um justo se desvia da justiça, pratica o mal e morre, é por causa do mal praticado que ele morre. 27 Quando um ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça, conserva a própria vida. 28 Arrependendo-se de todos os seus pecados, com certeza viverá; não morrerá”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 129(130),1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 3) – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? – Das profundezas eu clamo a vós, Senhor, escutai a minha voz! Vossos ouvidos estejam bem atentos ao clamor da minha prece! – Se levardes em conta nossas faltas, quem haverá de subsistir? Mas em vós se encontra o perdão, eu vos temo e em vós espero. – No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. A minh’alma espera no Senhor mais que o vigia pela aurora. – Espere Israel pelo Senhor, mais que o vigia pela aurora! pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção. Ele vem libertar a Israel de toda a sua culpa. (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 5,20-26) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Lançai para bem longe toda a vossa iniquidade! Criai em vós um novo espírito e um novo coração! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 20 “Se a vossa justiça não for maior que a justiça dos mestres
Ascensão do Senhor

Ascensão do Senhor E disse-lhes: “Assim está escrito que o Cristo devia padecer e ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que em seu nome havia de ser pregado o arrependimento e a remissão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas. Eu vou mandar sobre vós o Prometido por meu Pai. Entretanto, permanecei na cidade até que sejais revestidos da força do Alto”. Depois, levou-os até junto de Betânia e, levantando as suas mãos, abençoou-os. E enquanto os abençoava, separou-Se deles e era levado para o Céu. Eles, depois de O adorarem, voltaram para Jerusalém com grande alegria, e estavam continuamente no Templo louvando a Deus (Lc 24, 46-53). A Igreja celebra a Solenidade da Ascenção do Senhor quarenta dias após a Ressurreição. No Brasil, é transferida para o domingo seguinte. O Senhor subiu aos céus, onde Ele está sentado à direita do Pai, conforme professamos no Credo. Esta celebração litúrgica tem origem no século IV, no Oriente, instituída por São Gregório de Nissa e, mais tarde, por São João Crisóstomo. Após a sua Ressurreição Jesus conviveu durante 40 dias com seus apóstolos e discípulos. Após este período ocorreu a ascensão, o último ato visível de sua vida terrena. Ela aconteceu no Monte das Oliveiras. Nosso Senhor subiu aos céus diante de seus apóstolos, que contemplaram extasiados o Divino Mestre os abençoava enquanto subia para o Pai. Todos continuavam então olhando para o céu, e sentiam a tristeza da partida. Foi quando, diante deles, dois homens vestidos de brancos os consolaram dizendo: “Homens da Galileia, por que estais admirados, olhando para o céu? Este Jesus há de voltar do mesmo modo que o vistes subir” (At 1,10-11). Na Solenidade da Ascensão do Senhor de 2005, o então Papa Bento XVI tomava posse como Bispo de Roma na Basílica de São João de Latrão. Esta foi, de fato, a oportunidade de uma de suas belas catequeses. O que nos quer dizer então a Festa da Ascensão do Senhor? Não nos quer dizer que o Senhor foi para um lugar distante dos homens e do mundo. A Ascensão de Cristo não é uma viagem no espaço em direção aos astros mais remotos; porque, no fim, também os astros são feitos de elementos físicos como a Terra. A Ascensão de Cristo significa que Ele não já pertence ao mundo da corrupção e da morte que condiciona a nossa vida. Significa que Ele pertence completamente a Deus. Ele o Filho Eterno guiou o nosso ser humano até à presença de Deus, levou consigo a carne e o sangue numa forma transfigurada. O homem encontra espaço em Deus; através de Cristo, o ser humano foi conduzido até ao interior da própria vida de Deus. E dado que Deus abraça e ampara toda a criação, a Ascensão do Senhor significa que Cristo não se afastou de nós, mas que agora, graças ao Seu ser com o Pai, está próximo de cada um de nós, para sempre. Cada um de nós pode chamá-Lo por tu; todos os podem chamar. O Senhor ouve-nos sempre. Podemos afastar-nos dele interiormente podemos viver voltando-lhe as costas. Mas Ele espera-nos sempre, e está sempre perto de nós. A Ascensão é uma solenidade pascal que abre o período de preparação para Pentecostes. Isto foi explicado por São João Paulo II no dia 30 de Maio de 1979 durante uma audiência geral: Ano após ano, festeja a Igreja na sua liturgia a Ascensão do Senhor (…) Ano após ano, também esse período de dez dias, que decorre da Ascensão até ao Pentecostes, é passado em oração ao Espírito Santo. Em certo sentido a Igreja prepara-se, ano após ano, para o aniversário do Seu nascimento. Ela — como ensinam os Santos Padres — nasceu na Cruz sexta-feira santa; e revelou este seu nascimento diante do mundo, no dia do Pentecostes, quando os Apóstolos foram revestidos com a força lá do Alto (Lc. 24, 49), quando foram batizados no Espírito Santo (Act. 1, 5). “Onde está a Igreja, aí está também o Espírito de Deus; e onde está o Espírito de Deus, aí está a Igreja e toda a graça: o Espírito é verdade (Santo Irineu). Aqui você encontra todos os Artigos Católicos! Ver Mais Orações Ver Mais Orações Liturgia Do Dia de Hoje Santo do Dia de Hoje Baixe nosso App Mais Artigos
A Mãe de todas as mães

A Mãe de todas as mães 1917 – 2023! 106 anos nos separam das aparições de Nossa Senhora em Fátima. Esta data, longe de ser uma simples comemoração, está cheia de significado e de mistério. Isto porque a Celestial Mensageira lembrava aos homens os apelos de seu Divino Filho: “Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho” (Mc 1, 15). No dia 13 de maio de 1917, três inocentes pastorinhos foram escolhidos por Deus para transmitir ao mundo uma importante Mensagem. E esta lhes foi confiada “por Aquela que é, de fato, a Rainha do Céu e da terra. Aquela cuja beleza, poder e bondade foi o tema dos profetas e dos Santos, durante centenas de anos”. (WALSH, William Thomas. Nossa Senhora de Fátima. 2.ed. São Paulo: Melhoramentos, 1949, p.5.) A mensagem É importante interpretarmos a Mensagem de Fátima de forma autêntica, para que os espíritos se mantenham lúcidos, vigilantes e corajosos. Para os que têm fé, ressoarão sempre aos seus ouvidos as palavras de Nossa Senhora: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará” Diz a Escritura: “se hoje ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações”(Sl 94, 8). Pois bem, esta voz que se fez ouvir em 1917, ecoa até nossos dias. É a voz de uma rainha, mas, acima de tudo, é a voz de uma Mãe, nossa Mãe! Entremos por um momento na casa de Nazaré para aí observarmos Maria como modelo de Mãe. As mães cristãs são raras, e aquelas que sabem praticar todos os deveres que este título impõe são mais raras ainda! Um dia que a Sagrada Família tinha ido a Jerusalém para adorar o Senhor, Jesus ficou no templo sem sua mãe o saber. Que aflição não foi a de Maria! Procurou seu filho até que o encontrou. Maria ensina aqui às mães que o exemplo e a vigilância são deveres importantes dentro do lar. Exemplo Maria levava todos os anos seu divino Filho a Jerusalém. Feliz a mãe que, para formar seus filhos na virtude, desde cedo os faz conhecer o caminho da fé que o conduz até o Senhor. Bem aventurada a criança que, desde cedo, aprende a soletrar o nome de Jesus e Maria. A experiência prova que, para o bem como para o mal, nada é mais forte que o exemplo. Não é a razão nem o costume que serve de norma de conduta para a maioria dos homens, mas sim, o exemplo. Santo Agostinho, no meio de suas loucuras antes da conversão, nunca perdeu a recordação das lições de piedade que tinha recebido de Santa Mônica. Vigilância O olhar de uma mãe deve sempre estar voltado para o seu filho, e o seu filho deve estar sempre presente em seu coração. A vigilância consiste em afastar dos filhos todos os perigos, físicos e espirituais. Santo Agostinho teve um pai ambicioso de glória e de riquezas, e uma mãe que não tinha outro desejo senão o de ver o filho dentro da religião. Apenas o pai foi ouvido, e os conselhos da mãe foram desprezados. O que ocorreu? Agostinho recebeu todas as ciências, mas também todos os vícios. Será que esta história não se repete ainda? Quantas famílias têm filhos que buscam apenas as ciências e esquecem da religião? Feliz os pais e mães que, ao comparecerem diante de Deus, possam dizer como Jesus: “Pai Santo, eu te glorifico sobre a terra, pois fiz conhecer o vosso nome aos filhos que me destes”. Nossa Senhora, nossa Mãe – a Mãe de todas as mães Pois bem, nosso mundo, nosso país, nossos corações, são como estes filhos imprudentes que preferiram a glória do mundo e esqueceram do amor de Deus, esqueceram do templo. Maria novamente volta para procurar seu filho. Este filho está perdido, mas ela não o encontra no Templo, mas sim, no mundo caótico e triste. “Filho, por que fizestes assim comigo?” ela poderia perguntar. É isso que ela faz em Fátima, toma seus filhos pela mão e os conduz através de seu olhar até Deus. Ela chora pelos filhos, ela reza pelos filhos. O que eu faço destas lágrimas e dessas preces? Neste mês de maio, mês de Nossa Senhora, a Mãe de todas as mães, e mês das mães, pensemos nisso! Ela, a virgem prudente e vigilante, exemplo de todas as mães, quer a todos debaixo de sua proteção, mas espera que nós estejamos dispostos a ouvir e atender o apelo dela! De fato, é a Mãe de todas as mães! Aqui você encontra todos os Artigos Católicos! Ver Mais Orações Ver Mais Orações Liturgia Do Dia de Hoje Santo do Dia de Hoje Baixe nosso App Mais Artigos
A Medalha que veio do Céu

A Medalha que veio do Céu Na cidade de Paris, na Rue du Bac, está um dos endereços mais visitados da capital francesa. Anualmente, milhares de peregrinos provenientes de todos os recantos do mundo, procuram o convento das Filhas da Caridade para rezarem na capela onde a Virgem Maria apareceu a Santa Catariana Labouré e lhe entregou um presente, a Medalha Milagrosa, a Medalha que veio do Céu. Santa Catarina Santa Catarina Labouré nasceu na pequena aldeia francesa de Fain-les-Moutiers, em 2 de maio de 1806. Logo que completou nove anos, sua mãe faleceu. Com o rosto banhado em lágrimas a menina tomou uma imagem de Nossa Senhora que havia em sua casa e, cheia de confiança, disse: “A partir de agora, sereis Vós a minha mãe!” E a Virgem Maria ouviu esta prece. Certa noite, depois de fazer suas costumeiras orações, adormeceu e sonhou. Encontrava-se ela numa igreja e um sacerdote celebrava a Missa. Ao final da missa o sacerdote se voltou para ela e fez um gesto, chamando-a para perto dele. Porém, assustada, Catarina correu e saiu da igreja. O sacerdote então lhe disse: “Você agora foge de mim, mas um dia será feliz de me encontrar. Deus tem desígnios sobre você, não se esqueça.” A Vocação Tempo mais tarde, Catarina passou a frequentar o convento das Filhas da Caridade em sua cidade. Em uma dessas visitas, viu na parede o quadro de um sacerdote, o mesmo que anos lhe apareceu em sonho. Perguntou a uma freira quem era aquele padre e ela lhe respondeu: É de São Vicente de Paulo, nosso Pai e fundador! Catarina compreendeu. Ela deveria ser religiosa, Filha da Caridade! Dessa maneira, aos 24 anos ela foi acolhida como postulante no Convento das Filhas da Caridade em Châtillon-sur-Seine, no dia 22 de janeiro de 1830, e três meses depois, ela foi transferida para o Noviciado da Casa-Mãe das Irmãs da Caridade, na Rue du Bac, em Paris. Primeira Aparição de Nossa Senhora No dia 18 de julho de 1830, véspera da festa de São Vicente de Paulo, Catarina rezou ardentemente a São Vicente de Paulo: “Suplico-vos que intercedais por mim, e alcançai-me a graça de ver com os meus próprios olhos a Santíssima Virgem!” Pouco antes da meia-noite, Catarina despertou ouvindo alguém que a chamava. Era um menino de uns cinco anos de idade que lhe dizia: Minha irmã, minha irmã! Venha depressa! A Santíssima Virgem a espera na capela. Catarina levantou-se, vestiu-se rapidamente e deixou-se guiar pela criança através dos corredores do convento. Tanto quanto caminhavam, ela se admirava ao ver as velas todas acesas. Quando chegou à capela encontrou-a completamente iluminada, como se fossem celebrar uma Missa solene. O menino (que, na verdade, era seu Anjo da Guarda) a conduziu até o presbitério e a colocou junto à cadeira do Padre Diretor. Depois de um tempo que lhe pareceu longo, percebeu um movimento e ouviu um frufru de vestido de seda. O menino então lhe disse: – Eis a Santíssima Virgem! Catarina viu Nossa Senhora sentar-se na cadeira. Assim, tomada de amor e filial confiança pela Mãe que lhe aparecia, a noviça aproximou-se d’Ela e apoiou suas mãos nos joelhos de Maria. Durante quase duas horas de um encontro celestial, a Virgem Bendita revelou a Catarina que lhe confiaria uma importante missão, cuja realização apresentaria muitas dificuldades. Depois de falar por mais algum tempo, a Virgem desapareceu. Catarina ficou ainda por alguns minutos, até que o menino a chamou para que retornassem ao dormitório. A Medalha Milagrosa Na tarde do dia 27 de novembro de 1830, estando as religiosas reunidas na capela da Rue du Bac, Catarina recebeu novamente a visita de Maria, a Mãe de Jesus. “Nossa Senhora trajava vestido e véu brancos, e um manto azul que descia até os pés: estes se apoiavam sobre uma meia esfera e pisavam a cabeça de uma serpente. Suas mãos seguravam um globo de ouro, encimado por uma cruz”. Em seguida, a cena se modifica, e Catarina vê as mãos de Maria adornadas de anéis espargindo intensos fachos de luz sobre a terra. Depois, formou-se em torno de Nossa Senhora um quadro ovalado onde estavam escritas em letras de ouro estas palavras: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós. Depois disso, o quadro voltou-se, mostrando o reverso. No centro, um M (o monograma de Maria); encimado por uma cruz; abaixo havia dois corações: o da esquerda cercado de espinhos, o da direita transpassado por uma espada. Em volta deste conjunto uma constelação de doze estrelas. Assim, Nossa Senhora deu ao mundo um dos maiores presentes vindos do céu, a Medalha de Nossa Senhora das Graças Os primeiros milagres A Irmã Catarina contou tudo a seu confessor, Pe Aladel, que não acreditou nas aparições, mas depois de alguns fatos que confirmam a veracidade das visões, autorizou que cunhassem algumas medalhas segundo o modelo indicado por Catarina e distribuíssem entre as irmãs, mas proíbiu que dissessem a origem delas. Na mesma época da confecção das medalhas Paris foi assolada por uma terrível epidemia de cólera, de tal sorte que contavam-se milhares de mortos por toda cidade. Não tendo mais o que oferecer aos doentes, as Filhas da Caridade começaram a distribuir as medalhas, indicando aos doentes que rezasse a oração contida nela “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós!” E por isso, rapidamente os doentes ficaram curados, a peste recuou e o povo começou a aclamar dizendo que a pequena medalha “era Milagrosa”, daí o nome que até hoje ela carrega, Milagrosa! Fonte de Graças e bênçãos para as famílias Leitor, este artigo é uma pequena amostra do presente que A Associação Cultural e Artística Nossa Senhora das Graças quer lhe oferecer no dia de hoje. Clique aqui para baixar o e-book da Medalha Milagrosa. A história completa desta aparição, os incontáveis milagres de curas e as conversões através da oração da Medalha Milagrosa. Certamente incontáveis graças estão reservadas para as famílias que usarem com devoção este sinal de amor
Santos Inocentes

santos-inocentes “Depois de os Magos partirem, o anjo do Senhor apareceu, em sonhos, a José e disse-lhe: ‘levanta-te, toma o menino e sua mãe, foge para o Egito e fica lá até que eu te avise, pois Herodes procurará o menino para o matar.’ E ele levantou-se, de noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito, permanecendo ali até à morte de Herodes. Assim se cumpriu o que o Senhor anunciou pelo profeta: Do Egito chamei o meu filho. Então Herodes, ao ver que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o seu território, da idade de dois anos para baixo, conforme o tempo que, diligentemente, tinha inquirido dos magos. Cumpriu-se, então, o que o profeta Jeremias dissera: Ouviu-se uma voz em Ramá, uma lamentação e um grande pranto: É Raquel que chora os seus filhos e não quer ser consolada, porque já não existem.” (Mt 2, 13-18) — ℘ — Há poucos dias atrás, ouvimos em Belém o cântico dos anjos: “Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”. E vimos a alegria dos pastores, adorando a Jesus Menino na manjedoura. Nos causa uma certa estranheza celebrarmos logo após as alegrias do Natal, o martírio de crianças inocente. Da alegria, eis a tristeza. Do riso, que pranto! É o ruído das armas, das espadas que afoitamente se desembainham e se tingem de sangue, do sangue de inocentes crianças. É o grito inconsolável das mães que atroa os ares, ao verem os filhos mortos. Entretanto, a festa do Santos Inocentes nos ajuda na compreensão mais profunda do Santo Natal de Cristo. Aquele Menino que dorme na manjedoura não é um menino qualquer, nós sabemos. Ele é a Luz do mundo, a qual as trevas não aceitaram e lutaram contra ela. A festa dos Inocentes nos apresenta exatamente essa luta do Deus Menino que começou desde cedo. Herodes Herodes, o Grande, descendente de Esaú, idumeu, ficou famoso pela crueldade. Aterrorizou a Palestina por trinta e seis anos, e desposou dez mulheres. Ele assustou-se quando viu três reis do oriente chegarem à Jerusalém perguntando sobre “o Rei dos Judeus que acabava de nascer”. Que era aquilo que diziam dos magos que vinham do Oriente: Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? E que significava viemos adorá-lo? Nascera mesmo um rei? E a estrela que lhes aparecera? Que era aquilo? Herodes procura os escribas para saber exatamente onde deveria nascer este tal rei e eles lhe dizem “em Belém”. O rei cruel então arma um plano para matar aquele rei que que havia nascido, uma ameaça para seu poder. Herodes chama os magos e diz: “Ide e informai-vos bem acerca do menino, e, quando o encontrardes, comunicai-me a fim de que também eu o vá adorar.” Na verdade, Herodes desejava matar o menino. A Fuga para o Egito No segundo capítulo do Evangelho de São Mateus encontramos a narração das circunstâncias da fuga da Sagrada Família, saindo de Belém para o Egito. Nesta ocasião, São José, fugiu levando consigo Maria e seu Filho. Ele foi inspirado em sonhos por um Anjo e marchou para o Egito, onde, segundo a tradição, refugiaram-se durante seis meses no monte Qusqam, sendo acolhidos pelos habitantes da região. A matança dos santos inocentes Com o passar do tempo, o rei Herodes deu-se conta que os reis magos não retornavam. E Herodes desconfiava, fora enganado? O tempo passava. Sim, fora enganado. Havia sido iludido. Na narração da fuga da Sagrada Família para o Egito, três versículos (Mt 2,16-18) descrevem a ferocidade do rei Herodes, que, para matar Jesus, decidiu exterminar todos os meninos de dois anos para baixo que viviam em Belém. Este acontecimento pode ser interpretado como sendo um preludio das grandes perseguições dos mártires durante os primeiros séculos. Com a matança de inocentes, Herodes quis sufocar toda possibilidade de perigo que o levasse a perder seu domínio absoluto. E, para ele o Messias representava uma grande ameaça. São Mateus interpreta a historia da matança dos inocentes sob o ponto de vista do plano salvífico de Deus e a intende em um sentido profético como sendo o cumprimento das Escrituras. É por isso o evangelista faz referencia ao profeta Jeremias, que se narra o lamento da matriarca Raquel pelo povo de Israel, levado ao exílio na Babilônia: «um grito se ouve em Ramá, pranto e lamentos grandes; é Raquel que chora por seus filhos e recusa o consolo, porque já não vivem» (Mt 2,18; cf. Jr 31,15). Para Mateus, os meninos assassinados em Belém representam o povo de Israel e a dor vivida pelas mães é a dor do povo que não reconheceu o Rei-Messias. (JS) Corroído pelos vermes, morreu em 750 da fundação de Roma, logo depois do nascimento de Jesus, que se deu em 749 da mesma era. O pranto de mães Estais a chorar, ó mães infortunadas, porque vossos filhos já não mais existem? Não choreis, ó mãe felizes, porque vossos filhos existem! Estão, não no mundo enganador e perverso como o rei Herodes, mas num mundo melhor e que jamais se acaba. Morreram, sim, mas para o século. Morreram, mas, olhai, vede que sublime: deram a vida por aquele que é a Vida. São as primícias dos mártires do Senhor Jesus Cristo. O Coração de Jesus ama tanto as crianças que disse: “Deixai vir a mim as criancinhas”. Nosso Senhor, menino recém-nascido, quis chamar para si, desde cedo as crianças, por esta razão, distribuiu as primeiras palmas do martírio para elas. Aqui você encontra todos os Artigos Católicos! Ver Mais Orações Ver Mais Orações Liturgia Do Dia de Hoje Santo do Dia de Hoje Baixe nosso App Mais Artigos
A conversão de São Paulo

A conversão de São Paulo No dia 25 de janeiro a Igreja celebra a Conversão de São Paulo. Saulo, fervoroso judeu e perseguidor dos cristãos torna-se Paulo, o Apóstolo. Mas o que é conversão? Quem nos responde esta pergunta é Bento XVI em uma de suas catequeses. A catequese de hoje será dedicada à experiência que São Paulo teve no caminho de Damasco e, portanto, ao que comumente se chama a sua conversão. Precisamente no caminho de Damasco, nos primeiros anos 30 do século I, e depois de um período no qual tinha perseguido a Igreja, verificou-se o momento decisivo da vida de Paulo. Sobre ele muito foi escrito e naturalmente sob diversos pontos de vista. O que é certo é que ali aconteceu uma mudança, (…) ele, inesperadamente, começou a considerar “perda” e “esterco” tudo o que antes constituía para ele o máximo ideal, quase a razão de ser da sua existência (cf. Fl 3, 7-8). O que tinha acontecido? O Evangelho de São Lucas Em relação a isto temos dois tipos de fontes. O primeiro tipo, o mais conhecido, são as narrações de Lucas, que por três vezes narra o acontecimento nos Atos dos Apóstolos (cf. 9, 1-19; 22, 3-21; 26, 4-23). O leitor é tentado a deter-se demasiado em alguns pormenores, como a luz do céu, a queda por terra, a voz que chama, a nova condição de cegueira, a cura e a perda da vista e o jejum. Entretanto, todos estes pormenores se referem ao centro do acontecimento: Cristo ressuscitado mostra-se como uma luz maravilhosa e fala a Saulo, transforma o seu pensamento e a sua própria vida. O esplendor do Ressuscitado o cega: assim vê-se também exteriormente o que era a sua realidade interior, a sua cegueira em relação à verdade, à luz que é Cristo. E depois o seu “sim” definitivo a Cristo no batismo volta a abrir os seus olhos, faz com que ele realmente veja. Portanto, São Paulo foi transformado não por um pensamento mas por um acontecimento, pela presença irresistível do Ressuscitado, da qual nunca poderá duvidar, dado que foi muito forte a evidência do acontecimento. As Cartas de São Paulo O segundo tipo de fontes sobre a conversão é constituído pelas próprias Cartas de São Paulo. Ele nunca falou pormenorizadamente deste acontecimento, talvez porque podia supor que todos conhecessem o essencial desta sua história, todos sabiam que de perseguidor tinha sido transformado em apóstolo fervoroso de Cristo. E isto tinha acontecido não após uma própria reflexão, mas depois de um acontecimento importante, um encontro com o Ressuscitado. Mesmo sem falar dos pormenores, ele menciona diversas vezes este fato importantíssimo, isto é, que também ele é testemunha da ressurreição de Jesus, do qual recebeu imediatamente a revelação, juntamente com a missão de apóstolo. O texto mais claro sobre este ponto encontra-se na sua narração sobre o que constitui o centro da história da salvação: a morte e a ressurreição de Jesus e as aparições às testemunhas (cf. 1 Cor 15). Com palavras da tradição antiga, que também ele recebeu da Igreja de Jerusalém, diz que Jesus morto e crucificado, sepultado e ressuscitado apareceu, depois da ressurreição, primeiro a Cefas, isto é, a Pedro, depois aos Doze, depois a quinhentos irmãos que em grande parte naquele tempo ainda viviam, depois a Tiago, e depois a todos os Apóstolos. E a esta narração recebida da tradição acrescenta: “E, em último lugar, apareceu-me também a mim” (1 Cor 15, 8). Assim dá a entender que é este o fundamento do seu apostolado e da sua nova vida. Assim podemos ver que as duas fontes, os Atos dos Apóstolos e as Cartas de São Paulo, convergem e convêm sob o ponto fundamental: o Ressuscitado falou a Paulo, chamou-o ao apostolado, fez dele um verdadeiro apóstolo, testemunha da ressurreição, com o encargo específico de anunciar o Evangelho aos pagãos, ao mundo greco-romano. E ao mesmo tempo Paulo aprendeu que, apesar da sua relação imediata com o Ressuscitado, ele deve entrar na comunhão da Igreja, deve fazer-se batizar, deve viver em sintonia com os outros apóstolos. Só nesta comunhão com todos ele poderá ser um verdadeiro apóstolo, como escreve explicitamente na primeira Carta aos Coríntios: “Assim é que pregamos e é assim que vós acreditastes” (15, 11). Há só um anúncio do Ressuscitado, porque Cristo é um só. A Conversão de São Paulo foi seu encontro com Cristo Como se vê, Paulo nunca interpreta este momento como um facto de conversão. Porquê? Existem muitas hipóteses, mas para mim o motivo é muito evidente. Esta mudança da sua vida, esta transformação de todo o seu ser não foi fruto de um processo psicológico, de uma maturação ou evolução intelectual e moral, mas vem de fora: não foi o fruto do seu pensamento, mas do encontro com Cristo Jesus. Neste sentido não foi simplesmente uma conversão, uma maturação do seu “eu”, mas foi morte e ressurreição para ele mesmo: morreu uma existência e outra nova nasceu com Cristo Ressuscitado. De nenhum outro modo se pode explicar esta renovação de Paulo. Todas as análises psicológicas não podem esclarecer e resolver o problema. Só o acontecimento, o encontro forte com Cristo, é a chave para compreender o que tinha acontecido: morte e ressurreição, renovação por parte d’Aquele que se tinha mostrado e tinha falado com ele. Neste sentido mais profundo podemos e devemos falar de conversão. E nós? Voltando a nós, perguntamo-nos o que significa isto para nós? Significa que também para nós o cristianismo não é uma nova filosofia ou uma nova moral. Somos cristãos unicamente se encontramos Cristo. Certamente Ele não se mostra a nós deste modo irresistível, luminoso, como fez com Paulo. Mas também nós podemos encontrar Cristo, na leitura da Sagrada Escritura, na oração, na vida litúrgica da Igreja. Podemos tocar o coração de Cristo e sentir que Ele toca o nosso. Só nesta relação pessoal com Cristo, só neste encontro com o Ressuscitado nos tornamos realmente cristãos. E assim abre-se a nossa razão, abre-se toda a
1ª Semana da Quaresma | Quinta-feira
1ª Semana da Quaresma | Quinta-feira 1ª Leitura Salmo Evangelho Primeira Leitura (Est 4,17n.p-r.aa-bb.gg-hh) Leitura do Livro de Ester. Naqueles dias, 17n a rainha Ester, temendo o perigo de morte que se aproximava, buscou refúgio no Senhor. 17p Prostrou-se por terra desde a manhã até ao anoitecer, juntamente com suas servas, e disse: 17q “Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó, tu és bendito. Vem em meu socorro, pois estou só e não tenho outro defensor fora de ti, Senhor, 17r pois eu mesma me expus ao perigo. 17aa Senhor, eu ouvi, dos livros de meus antepassados, que tu libertas, Senhor, até ao fim, todos os que te são caros. 17bb Agora, pois, ajuda-me, a mim que estou sozinha e não tenho mais ninguém senão a ti, Senhor meu Deus. 17gg Vem, pois, em auxílio de minha orfandade. Põe em meus lábios um discurso atraente, quando eu estiver diante do leão, e muda o seu coração para que odeie aquele que nos ataca, para que este pereça com todos os seus cúmplices. 17hh E livra-nos da mão de nossos inimigos. Transforma nosso luto em alegria e nossas dores em bem-estar”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 137(138),1-2a.2bc-3.7c-8 (R. 3a) – Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!. – Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!. – Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, porque ouvistes as palavras dos meus lábios! Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me. – Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, porque fizestes muito mais que prometestes; naquele dia em que gritei, vós me escutastes e aumentastes o vigor da minha alma. – estendereis o vosso braço em meu auxílio e havereis de me salvar com vossa destra. Completai em mim a obra começada; ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Eu vos peço: não deixeis inacabada esta obra que fizeram vossas mãos! (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 7,7-12) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 “Pedi e vos será dado! Procurai e achareis! Batei e a porta vos será aberta! 8 Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, encontra; e a quem bate, a porta será aberta. 9 Quem de vós dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? 10 Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? 11 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem! 12 Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor. Primeira Leitura (Est 4,17n.p-r.aa-bb.gg-hh) Leitura do Livro de Ester. Naqueles dias, 17n a rainha Ester, temendo o perigo de morte que se aproximava, buscou refúgio no Senhor. 17p Prostrou-se por terra desde a manhã até ao anoitecer, juntamente com suas servas, e disse: 17q “Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacó, tu és bendito. Vem em meu socorro, pois estou só e não tenho outro defensor fora de ti, Senhor, 17r pois eu mesma me expus ao perigo. 17aa Senhor, eu ouvi, dos livros de meus antepassados, que tu libertas, Senhor, até ao fim, todos os que te são caros. 17bb Agora, pois, ajuda-me, a mim que estou sozinha e não tenho mais ninguém senão a ti, Senhor meu Deus. 17gg Vem, pois, em auxílio de minha orfandade. Põe em meus lábios um discurso atraente, quando eu estiver diante do leão, e muda o seu coração para que odeie aquele que nos ataca, para que este pereça com todos os seus cúmplices. 17hh E livra-nos da mão de nossos inimigos. Transforma nosso luto em alegria e nossas dores em bem-estar”. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus. (Ir para o Salmo) Responsório Sl 137(138),1-2a.2bc-3.7c-8 (R. 3a) – Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!. – Naquele dia em que gritei, vós me escutastes, ó Senhor!. – Ó Senhor, de coração eu vos dou graças, porque ouvistes as palavras dos meus lábios! Perante os vossos anjos vou cantar-vos e ante o vosso templo vou prostrar-me. – Eu agradeço vosso amor, vossa verdade, porque fizestes muito mais que prometestes; naquele dia em que gritei, vós me escutastes e aumentastes o vigor da minha alma. – estendereis o vosso braço em meu auxílio e havereis de me salvar com vossa destra. Completai em mim a obra começada; ó Senhor, vossa bondade é para sempre! Eu vos peço: não deixeis inacabada esta obra que fizeram vossas mãos! (Ir para Evangelho) Evangelho (Mt 7,7-12) – Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! – Criai em mim um coração que seja puro, dai-me de novo a alegria de ser salvo! Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus. -Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 “Pedi e vos será dado! Procurai e achareis! Batei e a porta vos será aberta! 8 Pois todo aquele que pede, recebe; quem procura, encontra; e a quem bate, a porta será aberta. 9 Quem de vós dá ao filho uma pedra, quando ele pede um pão? 10 Ou lhe dá uma cobra, quando ele pede um peixe? 11 Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar coisas boas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedirem! 12 Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas”. — Palavra da Salvação. — Glória a vós, Senhor.
