Medalha Milagrosa

Cardeal Rylko: JMJ mais importante do que o Mundial de Futebol

Cidade do Vaticano, 03 abr (RV) – “Do Rio de Janeiro esperamos uma manifestação de grande fé e de alegria de sermos cristãos. Trata-se de um evento mais importante do que o Mundial de futebol de 2014 e das Olimpíadas de 2016, seja pelo número de participantes, seja porque os jovens de hoje necessitam, antes de mais nada, de se firmar na fé e na grande família da Igreja para contribuir mais e melhor à vida da sociedade”.

Nestas palavras do presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (Pcl), Card. Stanislaw Rylko, encontram-se resumidas todas as expectativas em relação à próxima Jornada Mundial da Juventude de Rio de Janeiro de 2013 (23-28 de julho). Durante a coletiva de imprensa, na manhã desta segumda-feira, no Vaticano, com a presença de Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro e de Dom Eduardo Pinheiro da Silva, Bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e Presidente da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, o cardeal afirmou que “da JMJ está nascendo uma nova geração de jovens e de agentes da PJ mais sensíveis e preparados”.

“A JMJ foi realmente uma intuição profética do bem-aventurado João Paulo II que realizou uma revolução no campo da pastoral juvenil”, acrescentou o presidente do Pcl, citando também as palavras de Bento XVI: “A JMJ abre um novo jeito de ser cristãos”. Por isso o trabalho que toda a Igreja realiza na preparação destas Jornadas. “O trabalho para Rio 2013 – explicou o purpurado – continua a pleno ritmo, intenso e profissional pela qualidade do esforço e pela perfeita colaboração entre Bispos locais e as instituições”.

Sobre o processo de preparação falou Dom Orani dando alguns números: “O site oficial da JMJ - www.rio2013.com – é disponível em 5 línguas: português, espanhol, inglês, italiano e francês. A Rede social da JMJ, seja facebook como twitter, chega a mais de 600 mil pessoas. 17 mil são até agora os voluntários cadastrados e se espera chegar a 60 mil. O concurso para o Hino ainda está aberto e sua apresentação será feita um ano antes da JMJ. As inscrições para os grupos de peregrinos serão abertas a partir do próximo mês de julho”.

Entre as indicações feitas aos jornalistas a relativa à Via Sacra, que terá pelo menos uma estação, “a do Cirineu”, inserida nas favelas, para o desafio da pobreza que questiona o Brasil. Por fim, o arcebispo do Rio afirmou que nos últimos anos o nível econômico do Brasil cresceu e as diferenças sociais diminuíram. “A JMJ será uma oportunidade para oferecer um crescimento também nos valores cristãos, de solidariedade, justiça, esperança e coragem às novas gerações”.

“Estamos muito confiantes e determinados em tentar levar a JMJ à África, um continente jovem, porque realmente o merece”, disse ainda o Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (Pcl), Card. Stanislaw Rylko. “Com o SECAM, a Conferência Episcopal das Igrejas Africanas, estamos em busca de um lugar apto para acolher este evento com garantias de boa comunicação, segurança e do ponto de vista sanitário. Existe muita determinação e uma ponta de orgulho para receber, pelo menos uma vez, a Jornada na África. O primeiro passo foi realizado vários anos atrás com a Cruz dos Jovens que visitou vários Países africanos, despertando muito entusiasmo”. “Agora – concluiu o cardeal – estamos convencidos de que chegou o tempo também para uma JMJ na África”. (SP)

Rádio Vaticano

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