Medalha Milagrosa

L'Osservatore Romano: Bento XVI ''trinta anos depois''

Cidade do Vaticano, 14 fev (RV) - Trinta anos atrás, 15 de fevereiro de 1982, João Paulo II, indo ao encontro do desejo do Cardeal Joseph Ratzinger, tirava-o do governo pastoral da Arquidiocese de Munique e Frisinga. Desde fevereiro de 1982, o purpurado alemão nunca mais deixou Roma. É o que recorda o diretor do jornal vaticano "L'Osservatore Romano", Gian Maria Vian, na edição datada 15 de fevereiro.

"Durante quase um quarto de século, da sé romana os dois homens sustentaram assim a Igreja" – observa Vian: "Acompanhando esta humanidade e testemunhando a esta que Deus está perto de nós, como sempre fez ao longo da história quem realmente soube seguir Jesus, apesar das culpas e imperfeições humanas presentes também na Igreja".

Depois, em 2005 "exigiu-se ainda mais de Joseph Ratzinger no momento da rapidíssima eleição no conclave", e nestes anos Bento XVI testemunhou um "sentimento de total confiança em Deus", sentimento este que, para Vian, torna o Pontificado atual "um Pontificado que ficará na história, dissolvendo como fumo duros estereótipos e contrastando comportamentos irresponsáveis e indignos", que "acabam por entrelaçar-se a clamores midiáticos, inevitáveis e certamente não desinteressados, mas que precisa saber acolher como oportunidade de purificação da Igreja".

Para o diretor do "L'Osservatore Romano" a obra de Bento XVI é "uma obra de inovação e purificação empreendida com coragem, tenacidade e paciência", indicando "sem cansar-se a necessidade da renovação contínua". (RL)

Rádio Vaticano

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